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2025

 

Diretoria de Gestão Documental

Arthur Azevedo
Diretoria de Gestão Documental

Fórum Adv. Sobral Pinto
Praça do Centro Cívico, 666 - Centro, Boa Vista - RR, 69301-380

Contato: (95) 3198-4138 - E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
 
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Biblioteca

Endereço: 
Fórum Adv. Sobral Pinto
Praça do Centro Cívico, 666 - Centro, Boa Vista - RR, 69301-380
 
Segunda a sexta-feira, das 8 às 15h
 
Contato: (95) 3198-2842 / Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
 
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Arquivo Geral

Wanderson Monteiro da Silva
Chefe do Setor de Arquivo Geral
 
Sede do Setor de Arquivo Geral
Endereço: Rua Alferes Paulo Saldanha, nº 511 - São Francisco
Recepção:(95) 3198-4745
 
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Protocolo Administrativo

Edjane Escobar da Silva Fonteles
Chefe do Setor de Protocolo Administrativo
 
Endereço: Prédio Administrativo Luiz Rosalvo Indrusiak Fin
Av. Cap. Ene Garcez, N. 1696 , Bairro: São Francisco, Térreo.
Contato: (95) 3198-2829
Horário: 8h às 18h

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Pequenas mãos, olhares atentos e criatividade marcaram os dois momentos das Oficinas Natalinas 2025 do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR), realizados nos dias 9 e 10 de dezembro no Fórum Cível Advogado Sobral Pinto. O encontro reuniu filhos de magistrados, magistradas, servidores, servidoras, colaboradores, colaboradoras, estagiários e estagiárias que produziram seus próprios pinheiros de Natal, em ambiente preparado para estimular imaginação, convivência e participação familiar dentro do Judiciário. Ao todo, participaram da atividade 26 crianças, incluindo quatro atípicas, acolhidas com todo cuidado e inclusão.

A iniciativa foi organizada pela Biblioteca Judiciária, por meio do projeto Leitura Abre Portas, pela Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável e pelo Setor de Sustentabilidade e Responsabilidade Social (SSRS). Esta é a primeira vez que a ação ocorre dentro do Tribunal com a participação direta dos filhos dos servidores.

Durante a oficina, as crianças também tiveram um momento especial de incentivo à leitura, quando foi apresentada a lenda do Pinheiro de Natal. A narrativa, contada de forma lúdica, serviu de inspiração para a criação dos pinheiros e destacou o propósito do projeto Leitura Abre Portas de aproximar as famílias do universo da leitura e das histórias que fortalecem valores.

Para a bibliotecária Madrice Cunha, o valor da oficina não está apenas no resultado final, mas no gesto que a acompanha.

“Cada pinheiro leva um pouco do carinho, afeto e amor que a criança dedica ao familiar. O Natal deixa tudo mais sensível, e os pequenos se envolvem ainda mais quando criam algo com as próprias mãos”.

O primeiro dia concentrou a etapa de confecção. Foram utilizadas revistas, catálogos de beleza e diferentes materiais reaproveitados, além de tampas de sabão líquido, amaciante e itens recicláveis diversos. A proposta sustentável orientou toda a atividade e deu novo significado a elementos simples, transformados em pequenos pinheiros personalizados.

A chefe do SSRS, Paloma Souza, ressaltou que a participação das crianças foi fundamental para o sucesso da oficina.

“A atividade nasceu no Leitura Abre Portas e se consolidou como tradição no período natalino, e ver os nossos pequenos montando os próprios pinheirinhos, escolhendo cada detalhe, é o que a torna mais especial.”

 No dia seguinte, 10 de dezembro, as famílias retornaram para receber os pinheiros produzidos. A entrega aconteceu no Auditório do Fórum Cível, o que tornou a cerimônia ainda mais especial, completando o ciclo da ação e dando um novo sentido ao encontro entre crianças e responsáveis dentro do espaço institucional.



Para a servidora Vládia Fernandes, a proposta alcançou um significado especial para quem participou.

“A iniciativa reúne sustentabilidade, criatividade das crianças e participação familiar no Tribunal. É gratificante observar ações tão concretas que acolhem e aproximam quem faz parte da instituição”.

A programação das Oficinas Natalinas 2025 continua. No dia 16 de dezembro, a partir das 9h, ocorre a Oficina de Cupcakes, no Fórum Criminal Ministro Evandro Lins e Silva.


Acessibilidade

O site do TJRR oferece recursos de acessibilidade por meio do sistema Rybená, que facilita a navegação e a compreensão de conteúdos digitais por pessoas com deficiência. Para ativar essas funcionalidades, basta clicar em um dos ícones para utilizar as opções disponíveis no próprio portal.


Texto: Mairon Compagnon - Jornalista / Wesley Vieira - Estagiário de Jornalismo
Fotos: NUCRI/TJRR
DEZEMBRO/2025 - NUCRI/TJRR

 

 



Iniciativas voltadas à inclusão e à transformação social colocaram o Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) em evidência durante o III Encontro Nacional de Bibliotecas do Poder Judiciário (ENABIJUD), realizado nos dias 26 e 27 de março, em Belo Horizonte (MG).

O projeto Leitura Abre Portas, coordenado pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF) e pela Biblioteca Judiciária, integrou a programação do encontro como uma das experiências apresentadas, com destaque para os resultados alcançados junto a adolescentes do sistema socioeducativo.

A Justiça roraimense foi representada pelo diretor de Gestão Documental, Arthur Azevedo, pelas bibliotecárias Maryluci de Freitas Melo e Madrice Pereira da Cunha, e pela ex-estagiária de Biblioteconomia da Biblioteca, Íris Monteiro.

O diretor de Gestão Documental do TJRR, Arthur Azevedo, enfatizou a repercussão da ação entre os participantes.

“O projeto apresentou impacto social relevante e despertou interesse de outros tribunais, que demonstraram disposição em replicar a iniciativa em suas realidades”.



 

A apresentação do projeto foi conduzida pela bibliotecária Madrice Cunha, que evidenciou como o acesso à leitura, à arte e à cultura tem contribuído para a construção de novas perspectivas de vida entre jovens em cumprimento de medidas socioeducativas.

“Ao compartilhar essa experiência desenvolvida no contexto socioeducativo de Roraima, reafirmamos o papel do TJRR de aproximar o Judiciário da realidade social e transformar o acesso ao conhecimento e o acolhimento em caminhos reais para a cidadania e para a construção de novas perspectivas de vida”, ressaltou.

A iniciativa também destacou sua dimensão humanizada, ao priorizar o diálogo, a escuta e o reconhecimento dos adolescentes como protagonistas de suas próprias histórias, assegurando o direito de acesso à cultura.

Durante o painel, um vídeo institucional foi exibido para ilustrar as atividades desenvolvidas, permitindo aos participantes conhecer, de forma mais concreta, os resultados alcançados pelo projeto, alinhados às diretrizes da Agenda 2030 da ONU voltadas à educação e à inclusão social.


Acessibilidade

O site do TJRR oferece recursos de acessibilidade por meio do sistema Rybená, que facilita a navegação e a compreensão de conteúdos digitais por pessoas com deficiência. Para ativar essas funcionalidades, basta clicar em um dos ícones para utilizar as opções disponíveis no próprio portal.


Texto: Eduardo Haleks - Jornalista / Wesley Vieira - Estagiário de Jornalismo
Fotos: Biblioteca Judiciária
ABRIL/2026 - NUCRI/TJRR

Foto colorida mostra quatro pessoas — três homens e uma mulher — trabalhando na transferência dos documentos do caminhão para uma pequena caminhonete vermelha. Os documentos estão sendo colocados em sacos grandes para transporte.

Foto colorida mostra quatro pessoas — três homens e uma mulher — trabalhando na transferência dos documentos do caminhão para uma pequena caminhonete vermelha. Os documentos estão sendo colocados em sacos grandes para transporte.
 
O Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) finalizou, no dia 30 de junho, a eliminação de documentos administrativos e judiciais acumulados ao longo de décadas. A medida contribui para o uso mais eficiente dos espaços, a responsabilidade ambiental e a preservação da memória institucional.
 
A ação foi conduzida pela Comissão Permanente de Avaliação Documental (CPAD), pela Diretoria de Gestão Documental (DGDOC) e pela equipe do Arquivo Geral. No semestre, a CPAD aprovou quatro editais com listas detalhadas dos documentos a serem descartados, garantindo ampla divulgação e o prazo legal de 45 dias para manifestação de interessados.
 
Foram analisados, classificados e descartados mais de 50 metros lineares de documentos — o equivalente a 141 caixas-arquivo e 322 processos judiciais, produzidos entre 1995 e 2022. Todo o conteúdo já havia cumprido sua finalidade e o período de guarda previsto na Tabela de Temporalidade do TJRR.
 
O procedimento seguiu critérios técnicos e legais, em conformidade com as diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional de Arquivo (Conarq).
 
“Nenhum documento foi descartado antes do tempo previsto. Mesmo nos casos de processos eliminados, preservamos a peça inicial e a sentença no arquivo permanente do TJRR, garantindo acesso futuro à informação”, explicou o diretor de Gestão Documental, Arthur Azevedo.
 
Todo o material foi encaminhado para trituração e reciclagem por meio de parceria com uma cooperativa, evitando o descarte inadequado de mais de 1,5 tonelada de papel. Além dos documentos oficiais, 300 kg de papéis sem valor também foram reciclados. A iniciativa contribuiu para o desempenho do TJRR no Prêmio Juízo Verde 2025, com o melhor índice entre os tribunais estaduais: 83,8% no Índice de Desempenho da Sustentabilidade (IDS).
 
Foto colorida mostra uma vista mais ampla da área de reciclagem, com diversos fardos de papéis, revistas e papelão agrupados. O ambiente tem piso de ginásio e paredes verdes.
 
O diretor de Gestão Documental, destaca que a medida gera economia e melhora a organização interna.
 
“Documentos antigos, sem valor legal ou histórico, ocupavam espaços e geravam custos com energia, manutenção e vigilância. Muitos estavam deteriorados e apresentavam riscos à saúde dos servidores.”
 
Arquivo Geral do TJRR
 
Com sede em Boa Vista, o Arquivo Geral reúne mais de 44 mil caixas-arquivo, ocupando 6,2 quilômetros lineares em uma área de 1.530 m². O acervo tem peso estimado de 290 toneladas, distribuído em cinco unidades. O espaço está aberto para consultas de magistrados, servidores, advogados e pesquisadores.
 
Endereço: Rua Alferes Paulo Saldanha, nº 511 – São Francisco
Atendimento: Segunda a sexta, das 8h às 18h
Informações: (95) 3198-4745 | Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 
 

Na matéria contém duas imagens. Abaixo a descrição delas:
Foto 1: Foto colorida mostra quatro pessoas — três homens e uma mulher — trabalhando na transferência dos documentos do caminhão para uma pequena caminhonete vermelha. Os documentos estão sendo colocados em sacos grandes para transporte.
Foto 2: Foto colorida mostra uma vista mais ampla da área de reciclagem, com diversos fardos de papéis, revistas e papelão agrupados. O ambiente tem piso de ginásio e paredes verdes.

 
Texto: Beatriz Evangelista – Jornalista 
Fotos: NUCRI/TJRR
JULHO/2025 – NUCRI/TJRR

 

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Palácio da Justiça - Desembargador Robério Nunes dos Anjos

Endereço: Praça do Centro Cívico, 296 - Centro - 69.301-380

Telefones:

3198-2800 - Palácio da Justiça
3198-4700 - Fórum Cível
3194-2699 - Fórum Criminal
3198-4900 - Prédio Administrativo
3621-5100 - Vara da Infância e Juventude
4009-5800 - Fórum da Cidadania

Logomarca do Tribunal de Justiça de Roraima

PLANTÕES DE ATENDIMENTO - SÁBADO, DOMINGOS E FERIADOS

Plantão Judicial 1ª Instância: ☎ (95) 98404 3085
Plantão Judicial 2ª Instância: ☎ (95) 98404 3123
Núcleo de Plantão Judicial e Audiência de Custódia: ☎ (95) 98404 3085
Plantão Vara da Justiça Itinerante: ☎ (95) 98404 3086

 

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