Hoje, a dor da ausência se transforma em gratidão pela história de Mário Melo Moura, um servidor que não foi apenas parte do Tribunal de Justiça, mas parte da alma de um Judiciário que ele, com tanto carinho, costumava chamar de “uma mãe”.
Mário foi, acima de tudo, um bom companheiro. Daqueles que acolhem, que escutam, que estendem a mão. Sempre tratou com respeito e humanidade todos que cruzavam seu caminho: jurisdicionados, colegas, advogados e magistrados. Seu sorriso era ponte, sua palavra era abrigo, sua postura era exemplo. Educado, polido, gentil, conhecia o seu ofício e honrava o seu lugar com dignidade e sabedoria.
Leia mais: Homenagem a um Servo da Justiça e da Vida — Mário Melo Moura






