Atividades abordaram o cuidado com a pessoa idosa, os princípios da Escola Restaurativa e a comunicação nas relações de trabalho.
O Programa Justiça Comunitária do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) realizou, em outubro, atividades de orientação e formação em diferentes espaços, com foco na comunicação não violenta, no diálogo e na construção de relações mais respeitosas. As ações contemplaram estudantes, servidores, familiares e profissionais da área de auditoria do Sistema Único de Saúde (SUS).
No dia 21 de outubro, a coordenadora do programa, Marcelle Wottrich, ministrou uma oficina sobre Comunicação Não Violenta para a equipe do Serviço Nacional de Auditoria do SUS em Roraima (SEAUD/RR). A atividade atendeu a uma solicitação do órgão e integrou as iniciativas do Programa de Qualificação da Auditoria do SUS (ProQuali), do Ministério da Saúde.
Durante o encontro, foram abordadas formas de aprimorar a comunicação em situações comuns ao trabalho de auditoria, como apuração de falhas, cobrança de prazos, entrevistas e apresentação de relatórios e feedbacks. A proposta foi apresentar ferramentas para uma comunicação mais assertiva e respeitosa, especialmente em situações que exigem diálogo cuidadoso entre os profissionais.
A coordenadora Marcelle Wottrich destacou o impacto do método no cotidiano profissional e no ambiente de auditoria.
"A comunicação não violenta nos traz uma abordagem voltada para a colaboração e é um convite constante para a busca do aperfeiçoamento profissional. Na área de auditoria, ela é uma ferramenta indispensável por promover a escuta ativa e uma postura mais assertiva. Isso se traduz em mais transparência, redução de conflitos e construção de soluções conjuntas entre as equipes"

Atividades no Tepequém
Dois dias depois, em 23 de outubro, a equipe da Justiça Comunitária participou da I Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) Tepequém 2026, com atividades voltadas à comunidade escolar.
Uma das ações abordou o Estatuto da Pessoa Idosa, com destaque para o cuidado, o acolhimento e a comunicação não violenta no ambiente familiar. Por meio de atividades lúdicas, os estudantes compartilharam experiências com avós e outras pessoas idosas de seu convívio, além de discutirem a animação “O Pacote de Biscoitos” e os quatro componentes da Comunicação Não Violenta.
A equipe também apresentou os fundamentos da Escola Restaurativa, seus princípios e possibilidades de aplicação no ambiente escolar. Servidores, familiares e alunos conheceram as atividades desenvolvidas pelo programa e receberam orientações sobre como solicitar atendimentos e ações da Justiça Comunitária.
Durante a programação, professores, coordenadores e gestores receberam cartilhas informativas sobre o trabalho realizado pelo setor. A equipe também conversou com servidores interessados nas atividades e realizou pré-agendamentos de ações para 2027, que serão incluídos no planejamento anual do programa.
As iniciativas aproximam a Justiça Comunitária de diferentes públicos e ampliam o acesso a práticas de diálogo, escuta e resolução de conflitos, tanto nas relações familiares e escolares quanto no ambiente profissional.
Acessibilidade
O site do TJRR oferece recursos de acessibilidade por meio do sistema Rybená, que facilita a navegação e a compreensão de conteúdos digitais por pessoas com deficiência. Para ativar essas funcionalidades, basta clicar em um dos ícones para utilizar as opções disponíveis no próprio portal.
Texto: Beatriz Evangelista - Jornalista / Wesley Vieira - Estagiário de Jornalismo
Fotos: NUCRI/TJRR
NOVEMBRO/2026 - NUCRI/TJRR


