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Justiça Comunitária leva ações de diálogo e comunicação não violenta a escolas e profissionais do SUS

Atividades abordaram o cuidado com a pessoa idosa, os princípios da Escola Restaurativa e a comunicação nas relações de trabalho.


Imagem colorida mostra um grupo de sete pessoas posando sorridentes em um ambiente interno, tendo ao fundo uma parede decorada com logomarcas institucionais e o símbolo do SUS. Os participantes vestem trajes casuais e formais, e o espaço conta com piso de madeira e balões decorativos.

O Programa Justiça Comunitária do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) realizou, em outubro, atividades de orientação e formação em diferentes espaços, com foco na comunicação não violenta, no diálogo e na construção de relações mais respeitosas. As ações contemplaram estudantes, servidores, familiares e profissionais da área de auditoria do Sistema Único de Saúde (SUS).

No dia 21 de outubro, a coordenadora do programa, Marcelle Wottrich, ministrou uma oficina sobre Comunicação Não Violenta para a equipe do Serviço Nacional de Auditoria do SUS em Roraima (SEAUD/RR). A atividade atendeu a uma solicitação do órgão e integrou as iniciativas do Programa de Qualificação da Auditoria do SUS (ProQuali), do Ministério da Saúde.

Durante o encontro, foram abordadas formas de aprimorar a comunicação em situações comuns ao trabalho de auditoria, como apuração de falhas, cobrança de prazos, entrevistas e apresentação de relatórios e feedbacks. A proposta foi apresentar ferramentas para uma comunicação mais assertiva e respeitosa, especialmente em situações que exigem diálogo cuidadoso entre os profissionais.

A coordenadora Marcelle Wottrich destacou o impacto do método no cotidiano profissional e no ambiente de auditoria.

"A comunicação não violenta nos traz uma abordagem voltada para a colaboração e é um convite constante para a busca do aperfeiçoamento profissional. Na área de auditoria, ela é uma ferramenta indispensável por promover a escuta ativa e uma postura mais assertiva. Isso se traduz em mais transparência, redução de conflitos e construção de soluções conjuntas entre as equipes"

Imagem colorida mostra sete pessoas posando juntas em uma sala de aula ou ambiente educacional, segurando pequenas cartilhas nas mãos. Há uma mesa em primeiro plano com um notebook e um projetor, além de um quadro branco e enfeites educativos na parede ao fundo.

Atividades no Tepequém

Dois dias depois, em 23 de outubro, a equipe da Justiça Comunitária participou da I Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) Tepequém 2026, com atividades voltadas à comunidade escolar.

Uma das ações abordou o Estatuto da Pessoa Idosa, com destaque para o cuidado, o acolhimento e a comunicação não violenta no ambiente familiar. Por meio de atividades lúdicas, os estudantes compartilharam experiências com avós e outras pessoas idosas de seu convívio, além de discutirem a animação “O Pacote de Biscoitos” e os quatro componentes da Comunicação Não Violenta.

A equipe também apresentou os fundamentos da Escola Restaurativa, seus princípios e possibilidades de aplicação no ambiente escolar. Servidores, familiares e alunos conheceram as atividades desenvolvidas pelo programa e receberam orientações sobre como solicitar atendimentos e ações da Justiça Comunitária.

Durante a programação, professores, coordenadores e gestores receberam cartilhas informativas sobre o trabalho realizado pelo setor. A equipe também conversou com servidores interessados nas atividades e realizou pré-agendamentos de ações para 2027, que serão incluídos no planejamento anual do programa.

As iniciativas aproximam a Justiça Comunitária de diferentes públicos e ampliam o acesso a práticas de diálogo, escuta e resolução de conflitos, tanto nas relações familiares e escolares quanto no ambiente profissional.


Imagem colorida mostra uma menina vista de costas, vestindo um vestido azul ilustrado com personagens infantis, enquanto olha exemplares de cartilhas organizadas sobre uma mesa amarela. O espaço conta com paredes coloridas e pequenos objetos decorativos de pelúcia ao lado dos materiais impressos.


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Texto: Beatriz Evangelista - Jornalista / Wesley Vieira - Estagiário de Jornalismo
Fotos: NUCRI/TJRR
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