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Palestra sobre IA e certificações marcam abertura das atividades da Ejurr em 2026

 

Imagem colorida mostra a desembargadora Tânia Vasconcelos discursando em um púlpito de madeira. Ela usa um vestido branco com grandes estampas de bolas pretas e óculos. Ao fundo, veem-se as bandeiras oficiais e uma tela de TV exibindo sua própria imagem com o título "Abertura do Ano Acadêmico da EJURR 2026".

 

Com planejamento acadêmico e expectativa para um novo ciclo formativo, a Escola Judicial de Roraima (Ejurr) abriu oficialmente as atividades de 2026 nesta sexta-feira (30), durante cerimônia realizada no Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR).

O encontro reuniu magistrados, magistradas, servidores, servidoras, colaboradores e colaboradoras do Judiciário, alunos da Ejurr e convidados, envolvendo público interno e externo no início do calendário acadêmico da instituição. A cerimônia teve transmissão ao vivo pelo canal oficial do TJRR no YouTube e contou com interpretação em Libras.

A abertura foi conduzida pela diretora da Escola, desembargadora Tânia Vasconcelos, que apresentou um balanço das ações desenvolvidas ao longo de 2025. Na ocasião, a magistrada destacou os resultados alcançados no período e apontou as diretrizes que orientam o planejamento acadêmico para o novo ano.

 

“No ano passado, tivemos mais de 200 cursos e capacitações, com cerca de 5 mil participantes. A cada ano, buscamos nos aperfeiçoar para oferecer um serviço cada vez mais qualificado”, afirmou.

 

Imagem colorida mostra o desembargador Marco Villas Boas, de terno cinza e gravata azul, falando ao microfone em um púlpito. À sua esquerda, há um banner branco com a logomarca colorida da Escola Judicial de Roraima (EJURR) e, à direita, as bandeiras de Roraima e do Brasil posicionadas verticalmente.

 

Na programação acadêmica, o desembargador do Tribunal de Justiça do Tocantins, presidente do Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura (COPEDEM) e diretor-geral da Escola Superior da Magistratura Tocantinense (ESMAT), Marco Villas Boas, ministrou a palestra “Os impactos da Inteligência Artificial Generativa na Jurisdição”, com reflexões sobre o uso dessas tecnologias na atividade judicial e os desafios éticos e institucionais da magistratura.

 

“A inteligência artificial deve auxiliar o magistrado, nunca substituí-lo. O humano precisa permanecer no controle, com responsabilidade e ética, para que a tecnologia contribua para decisões mais seguras e alinhadas aos direitos fundamentais”, destacou o palestrante.

 

Também integrou a programação a entrega do Diploma do Mérito Acadêmico, honraria concedida a personalidades que contribuem para o fortalecimento das parcerias institucionais na educação judicial. Foram homenageados a ouvidora-geral de Justiça, desembargadora Elaine Bianchi; o desembargador Marcos Villas Boas; e o coordenador do Programa de Pós-Graduação do Mestrado em Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos da Universidade Federal do Tocantins (UFT), professor doutor Tarsis Barreto Oliveira.

 

 Imagem colorida mostra a desembargadora Tânia Vasconcelos entregando um certificado para a desembargadora Elaine Bianchi, que é loira e veste um conjunto rosa claro. Ambas sorriem para a câmera em um ambiente formal de tribunal, com outros magistrados sentados ao fundo atrás de bancadas escuras.

 

A cerimônia incluiu ainda a certificação dos concluintes do Mestrado em Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos, reconhecendo a conclusão da formação acadêmica e a contribuição dos trabalhos desenvolvidos ao longo do curso.

Concluinte do mestrado, o juiz Cleber Gonçalves enfatizou a relevância da formação para a prática judicial e o impacto dos projetos desenvolvidos durante o curso

 

“É o encerramento de um ciclo construído com dedicação. Os projetos desenvolvidos ao longo do mestrado já repercutem no sistema de Justiça, o que mostra o alcance prático dessa formação.”

 

Imagem colorida mostra um grupo de cerca de quinze pessoas, homens e mulheres em trajes formais, posando para uma foto oficial em um auditório. Os integrantes da frente seguram diplomas abertos em pastas azuis. Ao fundo, na parede central, há um crucifixo dourado e telas de TV nas laterais.

 


 

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Texto: Emily Soares - Jornalista / Wesley Vieira - Estagiário de Jornalismo
Fotos: NUCRI/TJRR
FEVEREIRO/2026 - NUCRI/TJRR

 

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