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Justiça Restaurativa dá os primeiros passos para contribuir com sociedade mais pacífica

 
Em reunião virtual foram apresentados os participantes e a finalidade do núcleo implantado em Roraima.
 
Foto: Divulgação
 
Reunião da Justiça Restaurativa por videoconferência.
A reunião foi realizada por meio de videoconferência pela plataforma Scriba do TJRR
 
O 1º Primeiro Encontro do Núcleo de Justiça Restaurativa do TJRR (Tribunal de Justiça de Roraima) deu os primeiros passos para contribuir com a construção de uma sociedade mais sensível, cooperativa, pacífica e atuante na resolução de conflitos. 
 
Durante o encontro foram apresentados às pessoas que integram o Núcleo da Justiça Restaurativa, com a composição da rede, assim como a finalidade e o direcionamento dos trabalhos. Também foram definidas as estratégias que serão utilizadas para o processo de sensibilização da sociedade civil e o esclarecimento quanto aos conceitos da Justiça Restaurativa.
 
O coordenador do Núcleo de Justiça Restaurativa em Roraima, juiz Marcelo Oliveira, afirma que nesse primeiro momento, eles estão montando essa rede restaurativa com representantes de instituições de saúde, de acolhimento e socioeducativas.
 
“O Encontro de rede teve a finalidade de apresentar o Núcleo de Justiça Restaurativa do Poder Judiciário e nesta oportunidade iniciar a construção de uma estrutura nessa área. Os próximos passos consistem em mapear, sensibilizar e capacitar essa nova rede de atendimento das partes que passarão pela Justiça Restaurativa”, disse.
 
Segundo a chefe da Divisão de Proteção das Varas da Infância e Juventude, Lorrane Costa, participante da equipe técnica do Núcleo, a Justiça Restaurativa representa um efeito positivo para restaurar as vítimas e reintegrar infratores.
 
“Considero um momento muito importante, pois a Justiça Restaurativa é um instrumento efetivo para restaurar as vítimas e reintegrar infratores. Precisamos buscar novas formas de fazer justiça”, explicou.
 
Fazem parte do Núcleo atual da Justiça Restaurativa: o juiz coordenador, Marcelo Lima de Oliveira, a chefe da Divisão de Proteção das Varas da Infância, Lorrane Costa, chefe do Setor de Enfrentamento à Violência Doméstica, Aurilene Moura Mesquita, a assessora técnica da Coordenadoria da Infância, Suellen Oliveira, além da técnica Judiciária de Proteção a Criança e Adolescente, Rita de Cássia Rodrigues Junges, do técnico Judiciário da Coordenadoria da Infância, José Augusto Nicácio e do coordenador estadual do programa Justiça Presente do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), Gustavo Bernardes.