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TJRR entrega certificados do Projeto Maria vai à Escola

 

O Tribunal de Justiça de Roraima por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em situação de Violência Doméstica e Familiar, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, realizou hoje (8),  a entrega certificados do Projeto Maria vai à Escola aos alunos da Escola Municipal Centenário, no Fórum Advogado Sobral Pinto, Centro Cívico. A ação contou com a participação do secretário adjunto da Secretaria Municipal de Educação de Boa Vista, Hefrayn Costa Lopes, da gestora da Escola Municipal Centenário, Adones Rosalidia e da juíza Maria Aparecida Cury.

 

 

A gestora da escola agradeceu toda a equipe envolvida no programa, o Tribunal de Justiça e a Secretaria Municipal de Educação de Boa Vista e ressaltou a importância das professoras no projeto.

 

O secretário adjunto agradeceu a juíza Maria Aparecida Cury e falou sobre a interação que a iniciativa promove para a sociedade, ajudando na formação do cidadão e na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

 

 

A juíza Maria Aparecida Cury destacou a importância da lei Maria da Penha e como ela tem um elevado cunho social, político e pátrio para o Brasil. Ao citar o projeto, ressaltou que ele faz parte das "boas práticas" do Poder Judiciário em conjunto com a prefeitura municipal de Boa Vista.

 

Segundo a juíza "o Maria vai à escola, não quer falar apenas da violência contra mulher, mas sobre a violência como um todo na sociedade, ensinando  direitos humanos e respeito ao próximo".

 

A magistrada agradeceu a todas as pessoas envolvidas no projeto e ressaltou que a escola é o pilar da educação. "É através desses alunos e da escola, no trabalho de novos cidadãos, que a sociedade será construída a cada dia" concluiu.

 

 

 

O projeto Maria vai à Escola já esteve presente em oito escolas municipais da capital, atendendo mais de mil alunos que cursam o 5º ano do Ensino Fundamental. Dividido em 10 aulas, busca sistematizar o conhecimento em torno das questões que levam as pessoas à resolução de conflitos, desconstruindo essa visão, seguindo um plano curricular que engloba os temas: o estudante e seu contexto familiar; novos arranjos familiares; os novos papéis de homens e mulheres na sociedade; homem chora; igualdade e direitos humanos; violência doméstica e Lei Maria da Penha.

 

 

 

Boa Vista, 8 de junho de 2017

 

Núcleo de Comunicação e Relações Institucionais - NUCRI

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