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Ouvidoria

 
 
Um espaço de escuta, troca e atenção às múltiplas dimensões da vida das mulheres marcou a realização do EMA’NUM – Encontro Anual de Atenção Integral às Mulheres do Judiciário. A iniciativa foi promovida pelo Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR), por meio da Ouvidoria-Geral de Justiça, no dia 27 de março, no hall da Escola Judicial de Roraima (EJURR), na Sede Administrativa.
 
A programação reuniu magistradas, servidoras, colaboradoras e estagiárias em um momento dedicado à reflexão sobre o cotidiano institucional e à promoção da qualidade de vida, com atividades voltadas à integração, orientação e compartilhamento de experiências.
 
Para a ouvidora-geral do TJRR, desembargadora Elaine Bianchi, o encontro amplia o olhar sobre o papel das mulheres dentro e fora da instituição, incentivando práticas de autocuidado e reconhecimento pessoal e profissional.
 
“Como um fechamento do mês da mulher, a Ouvidoria organizou esse evento para despertar as mulheres, mostrando a importância do autocuidado, da valorização da carreira e da posição de cada uma na sociedade.”
 
 
Entre os destaques, a palestra “Atividade física na saúde e no emocional da mulher”, ministrada pela advogada e esportista Paula Sá, trouxe reflexões sobre a relação entre movimento, bem-estar e equilíbrio emocional. A convidada também apresentou o projeto Movimento Inspirar – Na Corrida da Vida, que utiliza o esporte como ferramenta de transformação social.
 
“O projeto integra ações de segurança e valorização da mulher por meio do esporte. A iniciativa já impactou a vida de milhares de mulheres e também recebeu reconhecimento do Judiciário por promover essa transformação”, destacou a palestrante.
 
Na sequência, a coordenadora estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJRR, juíza Suelen Alves, apresentou a cartilha “Sujeito Homem – Ser homem de verdade é respeitar as meninas e mulheres” e abordou o Protocolo Ema’num, voltado à prevenção e ao enfrentamento da violência no ambiente institucional.
 
“Nosso papel vai além do julgamento dos processos. Também envolve alertar, conscientizar e atuar na prevenção de situações de violência, inclusive dentro da própria instituição”, ressaltou a magistrada.
 
 
O encontro contou ainda com um momento de diálogo mediado pela desembargadora Elaine Bianchi, reunindo a juíza Suelen Alves, a juíza Graciete Sotto Mayor, a delegada Francilene Vargas e a servidora Shirley Freire. A conversa ampliou o debate sobre vivências, desafios e mecanismos de proteção às mulheres.
 
A programação incluiu também ações voltadas à saúde e ao cuidado pessoal, como a Blitz da Beleza, aferição de pressão arterial, testes de glicemia, avaliação corporal por bioimpedância, disponibilização de autotestes de HIV, preservativos e gel lubrificante, além de orientações nas áreas de medicina e psicologia e a divulgação de serviços oferecidos pela Secretaria de Saúde e Qualidade de Vida.
 
 
Durante o evento, as participantes acompanharam as atividades e interagiram com os temas propostos. A servidora Ester Moreira destacou a oportunidade de vivenciar um momento diferente dentro da rotina de trabalho.
 
“Esse evento nos permitiu um tempo para nos valorizar e cuidar de nós mesmas. Isso reflete diretamente no nosso trabalho e na forma como seguimos exercendo nossas funções no dia a dia.”
 
A iniciativa integra as ações previstas no Protocolo Integrado de Prevenção e Medidas de Segurança voltado ao enfrentamento da violência doméstica e familiar contra magistradas, servidoras e colaboradoras do Tribunal.
 

 
Acessibilidade
O site do TJRR oferece recursos de acessibilidade por meio do sistema Rybená, que facilita a navegação e a compreensão de conteúdos digitais por pessoas com deficiência. Para ativar essas funcionalidades, basta clicar em um dos ícones para utilizar as opções disponíveis no próprio portal.
 

 
Texto: Beatriz Evangelista - Jornalista / Wesley Vieira - Estagiário de Jornalismo
Fotos: NUCRI/TJRR
MARÇO/2026 - NUCRI/TJRR
  

 
A Desembargadora Elaine Bianchi, Ouvidora Geral de Justiça do TJRR e a Coordenadora Tainah Westin participam nesta semana do XIV Encontro do Colégio Nacional dos Ouvidores Judiciais (Cojud), realizado na Chapada dos Guimarães (MT).
 
O evento, que reúne lideranças do Judiciário de todo o país, teve sua abertura oficial nesta terça-feira (17) e segue com uma programação intensa voltada ao aprimoramento das ouvidorias brasileiras. Durante as atividades, a Ouvidoria do TJRR alcançou grande protagonismo com a apresentação da ferramenta "Resolva Aqui", lançada pelo TJRR no mês de março.
 
A Coordenadora da Ouvidoria, Tainah Westin, expôs os detalhes e o funcionamento da plataforma aos participantes, demonstrando como a inovação tem facilitado o acesso do cidadão à Justiça. O sistema foi recebido com entusiasmo e gerou forte curiosidade entre ouvidores de outros tribunais, que demonstraram interesse em implementar o modelo em suas respectivas jurisdições.
 
Sobre a relevância do encontro e a visibilidade das práticas de Roraima, a Desembargadora Elaine Bianchi destacou que a presença no COJUD fortalece a troca de experiências e consolida o papel da Ouvidoria como um canal de transformação.
 

“Nossa missão é humanizar o atendimento e garantir que o cidadão seja ouvido com agilidade. Ver o 'Resolva Aqui' ser recebido com tamanha admiração por colegas de todo o país confirma que o TJRR está na vanguarda da inovação e da transparência”, afirmou.

 

Complementando a apresentação técnica, a coordenadora Tainah Westin celebrou o sucesso da ferramenta no cenário nacional, ressaltando que o interesse gerado foi imediato.
 
“Foi gratificante perceber como a ferramenta despertou o desejo de outros tribunais em tê-la também; o 'Resolva Aqui' não é apenas um software, é uma nova forma de dialogar com a sociedade que agora serve de referência para o Brasil”.
 
A nova ferramenta pode ser acessada pelo whatsapp no número: +55 800 555 2233.
 

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 imagem colorida mostra a desembargadora Elaine Bianchi falando ao microfone atrás de um púlpito de madeira, ela usa roupa rosa claro e óculos.  Em primeiro plano, o público aparece sentado. À direita, um telão exibe o logo “Resolva Aqui – Ouvidoria”.

Imagem colorida mostra a desembargadora Elaine Bianchi falando ao microfone atrás de um púlpito de madeira, ela usa roupa rosa claro e óculos.  Em primeiro plano, o público aparece sentado. À direita, um telão exibe o logo “Resolva Aqui – Ouvidoria”.

 

Com o lema “A Justiça começa no atendimento”, a Ouvidoria-Geral de Justiça do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR), lançou o canal “Resolva Aqui”, que busca tornar o acesso aos serviços do Judiciário mais simples, combinando automação, triagem e suporte humano para acelerar respostas e melhorar a experiência do cidadão com o Judiciário.

O lançamento ocorreu em solenidade realizada no Auditório do Fórum da Cidadania, em Boa Vista. A iniciativa inaugura uma nova etapa no atendimento ao cidadão ao oferecer um canal único de comunicação com o Judiciário, com resposta mais ágil, integrada e acessível.

O Resolva Aqui é um canal digital de atendimento via WhatsApp que combina inteligência artificial e atendimento humano para orientar usuários e encaminhar demandas de forma simples e organizada.

A ferramenta oferece dois fluxos principais: Menu Cidadão e Menu Advogado, e reúne serviços como emissão de certidão negativa, orientações sobre autorização de viagem de menores e consulta processual em linguagem simples. No caso dos Juizados Especiais Cíveis, o sistema permite etapas como atermação/petição digital, agendamentos e envio de documentos, facilitando o primeiro contato do cidadão com a Justiça.

 

 imagem colorida de um grupo de pessoas em um auditório, posando para foto. Parte do grupo veste camiseta rosa com crachá. Ao centro, uma pessoa segura uma placa azul com o texto “Resolva Aqui – Ouvidoria”. Ao fundo, há balões nas cores azul, laranja e branco e um telão de projeção.

 

A proposta do projeto é concentrar, em um só número, o acesso a informações e serviços que antes estavam distribuídos em diferentes contatos e unidades. O canal funciona por meio de automação via WhatsApp e integra tecnologia OmniChannel, o Primeiro Atendimento Judicial e os serviços da Justiça.

A ouvidora-geral de Justiça, desembargadora Elaine Bianchi, destacou que o serviço amplia a capacidade de atendimento ao aproximar o Judiciário do cidadão por meio do celular, sem perder de vista a responsabilidade e a necessidade de controle humano em situações específicas e reforçou que a proposta é permitir que o cidadão resolva demandas sem sair de casa ou do trabalho, recebendo respostas pelo próprio aplicativo.

“Se você já tem um processo, só precisa do número dele para ter as informações. Se não tem e quer iniciar, por enquanto, dos juizados especiais cíveis, você pode começar no próprio WhatsApp. A ideia é que o cidadão não precise sair do domicílio e nem tentar adivinhar onde deve receber uma resposta”, pontuou.

A nova ferramenta pode ser acessada pelo whatsapp no número: +55 800 555 2233.

 


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Texto: NUCRI
Fotos: NUCRI
MARÇO/2026 - NUCRI/TJRR

 

 Foto colorida mostra a fachada do Fórum da Cidadania, um prédio com paredes brancas e detalhes em azul. A estrutura conta com torres verticais revestidas de pastilhas brancas e grandes janelas circulares azuis. À frente, há um amplo estacionamento com alguns veículos estacionados.

 

O Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR), por meio da Ouvidoria-Geral, promove nesta sexta-feira, 6 de março, às 9h, o lançamento da automação dos juizados especiais cíveis do canal resolva aqui.


Com essa ferramenta, a Ouvidoria Geral de Justiça tornará a comunicação entre o cidadão e o Tribunal mais dinâmica e célere. O canal integra tecnologia OmniChannel, o Primeiro Atendimento Judicial e os Juizados Especiais Cíveis.


A proposta é ampliar o acesso aos serviços judiciais por meio de uma ferramenta de automação via WhatsApp, que simplifica o contato com o cidadão e concentra diferentes tipos de atendimento em um só ambiente. O sistema oferece informações e serviços diversos, com suporte de atendimento humano especializado e também consulta de informações processuais com uso de inteligência artificial.

Outro diferencial da ferramenta é a possibilidade de o próprio cidadão já indicar uma data para audiência, de acordo com a disponibilidade do calendário do Juizado, o que contribui para um fluxo mais prático e organizado no primeiro contato com a unidade judicial.

Com o lema “A Justiça começa no atendimento”, o novo canal busca aproximar ainda mais o Judiciário da população, com mais agilidade, integração e facilidade no acesso aos serviços.

Serviço

O quê: Solenidade de lançamento do Canal Resolva Aqui dos Juizados Especiais
Quando: Sexta-feira, 6 de março de 2026, às 9h
Onde: Auditório do Fórum da Cidadania


Acessibilidade

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Texto: TJRR
Fotos: NUCRI/TJRR
MARÇO/2026 - NUCRI/TJRR

A imagem mostra uma mulher em primeiro plano, com o rosto desfocado ao fundo, estendendo a mão direita aberta em direção à câmera em um gesto de "pare" ou resistência. Ela veste uma blusa branca e está em um ambiente interno com iluminação suave. A composição foca no detalhe da palma da mão, sugerindo uma mensagem de interrupção, proteção ou combate à violência.

A imagem mostra uma mulher em primeiro plano, com o rosto desfocado ao fundo, estendendo a mão direita aberta em direção à câmera em um gesto de "pare" ou resistência. Ela veste uma blusa branca e está em um ambiente interno com iluminação suave. A composição foca no detalhe da palma da mão, sugerindo uma mensagem de interrupção, proteção ou combate à violência.

 

Proteger a dignidade de quem já sofreu violência e incentivar práticas de escuta e atendimento que evitem constrangimentos, exposição indevida e repetição desnecessária de relatos. Com esse objetivo, o Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR), por meio da Ouvidoria-Geral de Justiça, com atuação do Setor de Atendimento à Mulher (SAM) e suporte técnico da Vara de Crimes Contra Vulneráveis, realiza uma campanha institucional voltada à orientação sobre acolhimento adequado em casos de crimes contra a dignidade sexual.

Segundo a ouvidora-geral de Justiça, desembargadora Elaine Bianchi, a justiça não se resume à aplicação da lei, mas também ao respeito pela dignidade de quem procura o Judiciário.

“Com esta campanha, a Ouvidoria-Geral do TJRR busca enfrentar um problema silencioso e doloroso: a revitimização. Não podemos permitir que o sistema de justiça, que deveria oferecer abrigo, acabe ampliando o trauma de quem já sofreu uma violência sexual. Acolher com humanidade, ouvir com técnica e evitar perguntas que julgam ou constrangem é um dever ético de todos os operadores do Direito.”

A revitimização ocorre quando a pessoa que sofreu violência volta a enfrentar situações que ampliam o trauma após o crime inicial. Isso pode acontecer no atendimento inicial, durante o processo judicial ou até mesmo no convívio social.

Esse tipo de violência secundária aparece, por exemplo, quando há perguntas ofensivas, insistência em detalhes que não precisam ser repetidos, responsabilização da vítima ou comentários que colocam sua conduta sob julgamento.

Além do impacto emocional, essas situações também podem comprometer a confiança no sistema de justiça e dificultar a busca por ajuda. A campanha chama atenção para o medo de reviver o trauma como um dos fatores relacionados ao silêncio e à subnotificação desses crimes.

Entre os materiais produzidos está um guia com orientações destinadas a profissionais do Direito sobre a formulação adequada de perguntas, de modo a preservar a espontaneidade do depoimento e a qualidade da prova.

O conteúdo apresenta técnicas como perguntas abertas, com exemplos como “o que aconteceu?”, “como foi?” e “onde ocorreu?”. Também orienta o uso da técnica do funil, que parte de perguntas mais gerais para questões específicas, com aprofundamento gradual.

Outra orientação é seguir a sequência cronológica dos fatos, respeitando a ordem natural do relato, sem antecipar conclusões. O guia também sugere um checklist antes da formulação das perguntas, para verificar se elas são claras, adequadas ao depoente e se não incluem informações que ainda não foram mencionadas.

A campanha também reúne orientações específicas para situações que envolvem vítimas menores de idade, seguindo recomendações previstas na legislação.

O material será divulgado no portal do TJRR durante todo o mês de março, com conteúdo explicativo sobre os objetivos da iniciativa e a importância de práticas de acolhimento adequadas. A divulgação também ocorrerá por meio de cards nas redes sociais e nos canais internos do Tribunal, além de instituições parceiras como OAB, Ministério Público, Defensoria Pública e as Polícias Civil e Militar de Roraima.


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Texto: NUCRI
Fotos: Divulgação
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