
Sabores marcantes, artesanato e alimentos produzidos pela agricultura familiar transformaram o Fórum Cível Advogado Sobral Pinto em um espaço de convivência, diversidade e consciência social com a realização da feira “Terras e Raízes”, promovida pelo Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR).
A iniciativa, realizada pela Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável (CGPLS), e pelo Setor de Sustentabilidade e Responsabilidade Social (SSRS), reuniu a Feira Gastronômica da Cultura Negra, a Feira de Artesanato Indígena e a Feira Orgânica, aproximando servidoras, servidores, magistradas, magistrados, colaboradoras, colaboradores e público externo de diferentes experiências.
De acordo com a membro da CGPLS, Ana Lívia Sá, a proposta foi pensada para fortalecer pautas institucionais de equidade e responsabilidade socioambiental dentro do ambiente do Judiciário.
“Nós reunimos a gastronomia afro-brasileira, o artesanato indígena e a comercialização de orgânicos nessa feira que nomeamos Terras e Raízes. O nosso objetivo é fortalecer o compromisso institucional com a equidade racial, incentivar a construção de um ambiente mais inclusivo, plural e culturalmente consciente, além de promover a agricultura familiar e sustentável”, destacou.

Além do incentivo à reflexão sobre diversidade e inclusão, a feira também abriu espaço para o fortalecimento do empreendedorismo local. Entre os expositores esteve o grupo Hort Mulheres, formado por agricultoras familiares que cultivam e comercializam produtos orgânicos.
Para a agricultora Miriam Castro, a participação representa não apenas oportunidade de venda, mas também visibilidade para um trabalho construído diariamente.
“No nosso sítio nós produzimos tudo o que trazemos para a feira. A gente trabalha com manejamento ecológico e foi muito importante o Tribunal de Justiça chamar a gente para apresentar e mostrar para a comunidade o que a gente produz, como a gente produz e o tipo de produto que a gente tem”, afirmou.
A gastronomia afro-brasileira também atraiu o público com pratos tradicionais e cheios de identidade cultural.

Participando pela quinta vez de ações realizadas no Tribunal, a empreendedora Juciane Lobo, celebrou a receptividade.
“Pra mim é uma oportunidade única, porque eu divulgo mais o meu trabalho. Está sendo um sucesso, estou tendo uma boa aceitação, as pessoas estão gostando muito do acarajé e eu espero que venham mais e mais outras oportunidades”, disse.
Ao unir diferentes expressões culturais e incentivar práticas sustentáveis, a feira “Terras e Raízes” consolidou-se como um momento de aprendizado coletivo e valorização de identidades.
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Texto: Emily Soares - Jornalista / Juliana Soares - Estagiária de Jornalismo
Fotos: NUCRI/TJRR
ABRIL/2026 - NUCRI/TJRR


