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Imprensa

foto colorida de servidores da ouvidoria do Tjrr pousando para fotografia enfrente do letreiro escrito no muro " comarca de mucajaí"
 
Com a proposta de aperfeiçoar o  atendimento jurisdicional à população e acompanhar os resultados, a Ouvidoria-Geral de Justiça do Poder Judiciário de Roraima, realizou uma visita técnica a Comarca de Mucajaí e ao Cartório Extrajudicial do município. 
 
A visita técnica teve como objetivo  avaliar  a qualidade da prestação jurisdicional, realizar um  diagnóstico para a melhoria,  verificação da acessibilidade predial para as pessoas com deficiência e identificar oportunidades de melhorias na estrutura física, treinamentos e sistemas, visando atender às demandas da comunidade.
 
O servidor do TJRR, Amadeu Triani, reforçou a importância das visitas. 
 
“Teve como objetivo checar os atendimentos relacionados às demandas levantadas em 2023, avaliar o serviço prestado pelo Poder Judiciário de Roraima, e diagnosticar oportunidades de melhorias quanto à estrutura física, necessidade de treinamentos e sistemas adequados ao atendimento às demandas dos serviços ofertados nas comunidades.”
 
Além disso, foi apresentado o projeto Ouvidoria nas Escolas ao Colégio Estadual Militarizado Maria Mariselma Oliveira Cruz , para aproximar o Judiciário da comunidade escolar. O projeto Ouvidoria nas Escolas atende os municípios do interior, apresentando primeiramente para os alunos e professores,  a Ouvidoria como canal de ligação da sociedade com TJRR.
 
A visita técnica fez parte de um cronograma iniciado em  dia 15 de abril. A equipe da Ouvidoria Geral de Justiça responsável pelo trabalho inclui os servidores Amadeu Triani, Isabelle Cristina, Marlho Melo e Vera Sábio. 
 
Texto: Beatriz Evangelista/Repórter
Fotos: Ouvidoria-Geral/TJRR
Nucri/TJRR – julho/2024
 
 

A semana de celebração ocorre nos dias 17 a 19 de julho, no Fórum Cível Advogado Sobral Pinto. 
 
foto colorida de um apalestra sendo ministrada
 
Em alusão aos 34 anos do aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR), por meio da Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ), celebra a data com uma programação de atividades, dos dias 17 a 19 de julho, no Fórum Cível Advogado Sobral Pinto. 
 
A iniciativa é destinada a todos os atores do Sistema de garantia dos direitos das crianças e adolescentes, comunidade acadêmica e é aberta ao público em geral. 
 
A celebração tem como objetivo trazer visibilidade para a temática da proteção e garantia de direitos da infância e juventude, bem como celebrar os acordos de cooperação técnica, que visam a implementação de projetos voltados à garantia de direitos, além de promover debates pertinentes para a realidade local e viabilizar os projetos a serem implementados junto à rede. 
 
Segundo o assessor técnico da CIJ/TJRR, Josué Teles, a ação destaca o compromisso do Judiciário de Roraima na defesa e promoção dos direitos infantojuvenis. 
 
“Não é apenas uma questão de reconhecimento legal, é um momento de conscientizar e mobilizar a sociedade civil, as instituições que atuam na garantia de direitos das crianças e adolescentes, para que todos assumam a responsabilidade de proteger e promover o bem-estar das nossas crianças e adolescentes”, reforçou o assessor.
 
A programação contará com a assinatura do acordo de cooperação técnica do Programa Novos Caminhos e o lançamento do Protocolo de entrega Voluntária à Adoção, palestras sobre  proteção integral, valorização da cultura e da educação indígena, além das mesas redondas com debates. 
 
 
PROGRAMAÇÃO
 
Dia: 17/07 (quarta-feira)
Horário: a partir das 16h30
Local: Fórum Cível Advogado Sobral Pinto 
Ações: lançamento do Protocolo de entrega Voluntária à Adoção e o acordo de cooperação do Programa Novos Caminhos.
 
Dia: 18/07 (quinta-feira)
Local: Fórum Cível Advogado Sobral Pinto 
Palestra: "Proteção Integral e Direitos da Infância e Juventude" - 14h
Mesa de Debates - 14h30 
Palestra: “Desafios e Potencialidades no sistema socioeducativo” 16h
Mesa de debates - 16h30
 
 
Dia: 19/07 (sexta-feira)
Local: Fórum Cível Advogado Sobral Pinto 
Palestra: "Valorização da Cultura e Educação Indígena na Infância e Juventude" - 14h
Mesa de Debates - 14h30 
Palestra: "Desafios e Oportunidades na Integração de Crianças e Jovens Imigrantes" 16h
Mesa de debates - 16h30
 
 
 
Texto: Eduardo Haleks/Repórter  
Fotos: Nucri/TJRR  
Nucri/TJRR – julho/2024
 
 

card de apresentação laranja escrito caminhos literário
 
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promove a terceira edição do “Caminhos Literários no Socioeducativo: pelo direito à cultura”, nos dias 11, 12, 16 e 17 de julho de 2024. Sob o tema “O que pode a cultura no Sistema Socioeducativo?”, o evento busca qualificar a discussão sobre o acesso à cultura e à leitura por parte de adolescentes e jovens em cumprimento de medida socioeducativa, além de garantir o protagonismo e a participação desse público no debate.
 
A edição de 2024 começa no dia 11 de julho com uma cerimônia de abertura virtual transmitida ao vivo pelo canal do CNJ no YouTube. Na ocasião, será lançada a Diretriz Nacional de Cultura na Socioeducação, um documento construído a partir dos resultados obtidos no Censo Nacional de Práticas de Leitura no Socioeducativo e na 1ª Conferência Livre de Cultura no Socioeducativo.
 
Já no dia 12 de julho, unidades socioeducativas de todo o país realizarão uma série de atividades culturais. Cada estabelecimento definirá que tipo de atividade será feita internamente – como saraus, leituras, debates – e poderá levar convidados, como escritores, repentistas, poetas, rappers e demais pessoas ligadas à cultura. As unidades inscreveram atividades para participar do evento, que será restrito aos participantes, e sem transmissão ao vivo.
 
Nos encontros dos dias 16 e 17 de julho, também restritos às unidades e convidados, serão apresentados projetos e práticas culturais desenvolvidas pelos adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa de educação e semiliberdade. Eles e elas farão, também, uma visita virtual ao Museu Afro Brasil.
 
 
 

foto colorida de um grupo de servidores pousando para fotográfia
 
O Tribunal de Justiça de Roraima, por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica (Cevid/TJRR), lançou um protocolo de segurança focado no enfrentamento da violência doméstica e familiar. A ação faz parte do programa Ema'num, que tem o objetivo de criar um espaço seguro e de apoio para as mulheres que trabalham no Judiciário de Roraima.
 
A programação ocorreu no Centro de Eventos do Tribunal de Justiça, localizado na rua Pres. Juscelino Kubitscheck, 837 - São Pedro, Complexo Administrativo do TJRR, nessa quinta-feira, 04.
 
A juíza titular do 1.º Juizado Especializado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, coordenadora da Coordenadoria de Violência Doméstica e do programa Ema'num, Suelen Alves, destacou que o evento e o programa visam conscientizar e informar as magistradas e servidoras do Judiciário sobre a violência doméstica.
 
"É um evento que visa voltar os olhos para as nossas servidoras, magistradas e colaboradoras a respeito do tema da violência doméstica. A proposta principal é conscientizar, informar e também trazer um pouco de informações a respeito da própria segurança da mulher que se vê envolvida numa relação de violência. É um projeto no qual o Judiciário olha para si mesmo. A gente trabalha tanto para fora, conscientizando o público externo, e nesse momento chegou a hora de a gente olhar também para as nossas mulheres e cuidar um pouquinho delas", pontuou a magistrada.
 
foto colorida de servidores sentados e batendo palmas
 
 
A programação contou com as palestras: "Danos das Relações Violentas na Vida Profissional de Magistradas, Servidoras e Colaboradoras," ministrada pela psicóloga do TJRR, Perla Alves; "Exploração dos Procedimentos de Prevenção e Respostas a Situações de Violência Doméstica," ministrada pela GCM e componente da Patrulha Maria da Penha de Boa Vista, Jessika Pereira; e "Medidas Criminais: Análise das Medidas que Devem ser Adotadas em Diferentes Contextos, incluindo Orientações Legais e Práticas para Lidar com Casos de Violência," ministrada pela titular da 1ª Vara do Júri do TJRR, Lana Leitão.
 
A juíza titular da 1.ª Vara do Tribunal do Júri e da Justiça Militar, Lana Leitão, frisou na palestra a celeridade que o Judiciário roraimense tem com Medidas Protetivas de Urgência, oferecendo apoio judicial rápido às mulheres em situação de vulnerabilidade.
 
foto colorida da Juíza Lana Leitão falando ao microfone
 
"As medidas protetivas de urgência podem ser requeridas na delegacia da mulher ou diretamente nos juizados de violência doméstica ou nos plantões realizados pela justiça na capital ou nas comarcas do interior. Lembrando que temos, no Tribunal de Justiça de Roraima, o tempo de resposta, ou seja, o tempo de apreciação e deferimento dessa medida, mais rápido do Brasil."
 
Durante a palestra, a Guarda Civil Municipal e componente da Patrulha Maria da Penha de Boa Vista, Jessika Pereira, relatou a importância da Patrulha. O programa, iniciado em setembro de 2015 através de uma parceria entre a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário e a Secretaria Municipal de Segurança e Trânsito, visa garantir o cumprimento das medidas protetivas de urgência por meio de uma equipe especializada de Guardas Municipais que realiza visitas rotineiras às casas das mulheres.
 
foto colorida de uma agente da guarda militar falando ao microfone
 
"É muito importante a existência da Patrulha Maria da Penha. Hoje, já não se pode mais falar em enfrentamento à violência doméstica sem a existência da Patrulha. A Patrulha faz a fiscalização das medidas protetivas. Antes, uma mulher pedia medida protetiva, solicitava, essa medida era deferida, mas ela não tinha um apoio, não tinha uma segurança para essa mulher. E hoje, com a existência da Patrulha, que foi uma iniciativa do Tribunal de Justiça de Roraima, as mulheres estão protegidas, elas têm uma guarnição, têm uma viatura de pronto atendimento, têm um número exclusivo para atender todas essas mulheres."
 
O evento teve como objetivo a promoção do conhecimento e a conscientização sobre o Protocolo Integrado de Prevenção e Medidas de Segurança para o Enfrentamento da Violência Doméstica e Familiar para servidoras e magistradas do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR).
 
A chefe do Setor de Enfrentamento à Violência Doméstica do TJRR, Aurilene Mesquita, reforçou como o programa Ema'num está dentro de um protocolo integrado de atendimento a magistradas, servidoras e colaboradoras do Poder Judiciário, sendo assim uma política pública de cuidado com as mulheres do Poder Judiciário em relação à violência doméstica e familiar.
 
"Entendemos que esse tipo de violência pode interferir na vida laboral, na saúde da mulher, e a coordenadoria tem implementado ações, divulgado os canais de denúncia de violência doméstica, além de promover eventos dessa natureza para que as mulheres do Poder Judiciário conheçam seus direitos."
 
 
Para reforçar este protocolo de prevenção, acolhimento, orientação e acompanhamento de mulheres em situação de violência doméstica e familiar que fazem parte do quadro funcional do TJRR, a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica do Tribunal de Justiça de Roraima, em parceria com o Núcleo de Comunicação e Relações Institucionais (Nucri), elaborou um folder para orientação de atendimento referente a casos relacionados à violência doméstica e familiar que envolvam magistradas, servidoras e colaboradoras do Poder Judiciário. O folder pode ser conferido no link a seguir: [Link: Folder de Orientação]  
 
Caso precise solicitar ajuda ou orientação sobre atendimento em casos de violência doméstica e familiar, entre em contato por um dos meios abaixo:
- Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar - CEVID: (95) 3194-2649 / Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
- Casa da Mulher Brasileira: (95) 99122-1956 / Rua Uraricoera, S/N, bairro São Vicente
- Delegacia Especializada Da Mulher – DEAM: [Delegacia Virtual](https://delegaciavirtual.sinesp.gov.br/portal) / Rua Uraricoera, S/N, bairro São Vicente
- Central da Guarda Municipal de Boa Vista: (95) 98414-4413
 
 
EMA’NUM
O termo "EMA’NUM" é de origem da língua Macuxi, falada pela etnia indígena que habita a região do Monte Roraima. Significa "mulher com muita beleza" e foi escolhido como uma homenagem às mulheres do Judiciário roraimense, além de valorizar a cultura local.
 
 
Texto: Beatriz Evangelista / Repórter  
Fotos: Nucri/TJRR  
Nucri/TJRR – julho/2024
 

Foto colorida de um print tirado durante reunião
 
A Corregedoria-Geral de Justiça do Tribunal de Justiça de Roraima (CGJ/TJRR) promoveu uma reunião com magistrados e servidores para tratar das Metas Nacionais do Poder Judiciário para 2025, propostas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O encontro contou com a participação de 266 integrantes do judiciário, incluindo desembargadores, juízes e servidores.
 
A diretora de Gestão de Primeiro Grau (DG1G), Larissa Barros, explicou que a reunião de gestão participativa foca em um processo contributivo para a formulação das metas, discutindo propostas, textos e coletando sugestões dos participantes referentes às 12 metas estabelecidas pelo CNJ.
 
“Estamos na 3ª etapa desse processo de construção das metas, onde os tribunais apresentam suas manifestações. Em seguida serão consolidadas todas as propostas apresentadas pelos tribunais por segmento de justiça, sendo encaminhadas para novo debate sobre as metas em reuniões preparatórias, consultas públicas e ao final homologadas no 18º Encontro Nacional do Poder Judiciário”.
 
Ainda durante a reunião foram apresentados dados relacionados aos índices de produtividade do TJRR, Metas Nacionais de 2024 do CNJ, a construção das metas Nacionais de 2025, para que magistrados e servidores pudessem analisar a produtividade do Poder Judiciário durante o ano de 2023 e votasse nas prioridades para o próximo ano. 
 
Foto colorida de um print tirado durante reunião
 
Ainda durante a reunião, foram apresentados dados relacionados aos índices de produtividade do TJRR, Metas Nacionais de 2024 do CNJ e a construção das Metas Nacionais de 2025, para que magistrados e servidores pudessem analisar a eficiência do Poder Judiciário em 2023 e votar nas prioridades para o próximo ano.
 
“Todos os servidores e magistrados que participaram puderam opinar sobre se os índices de cumprimento e períodos de referência são relevantes para a justiça estadual em 2025”.
A reunião de Gestão Participativa é uma exigência do CNJ para avaliação do Prêmio CNJ de Qualidade (Portaria CNJ n. 353 de 4 de dezembro de 2023 alterada para Portaria n. 104 de 12 de março de 2024). 
 
Confira as metas votadas:
 
Meta 1 - Julgar mais processos que os distribuídos (todos os segmentos)  
Meta 2 - Julgar processos mais antigos (todos os segmentos)  
Meta 3 - Estimular a conciliação (Justiça Estadual, Justiça Federal e Justiça do Trabalho)  
Meta 4 - Priorizar o julgamento dos processos relativos aos crimes contra a Administração Pública, à improbidade administrativa e aos ilícitos eleitorais (STJ, Justiça Estadual, Justiça Federal, Justiça Eleitoral e Justiça Militar da União e dos Estados)  
Meta 5 - Reduzir a taxa de congestionamento (STJ, TST, Justiça Estadual, Justiça Federal, Justiça do Trabalho e Justiça Militar da União e dos Estados)  
Meta 6 - Priorizar o julgamento das ações coletivas (STJ e TST)  
Meta 7 - Priorizar o julgamento dos processos dos recursos repetitivos (STJ)  
Meta 8 - Priorizar o julgamento dos processos relacionados ao feminicídio e à violência doméstica e familiar contra as mulheres (STJ e Justiça Estadual)  
Meta 9 – Estimular a inovação no Poder Judiciário (TST, Justiça Estadual, Justiça Federal, Justiça Militar da União e dos Estados, Justiça Eleitoral e Justiça do Trabalho)  
Meta 10 – Impulsionar os processos de ações ambientais e os processos relacionados aos direitos das comunidades indígenas e quilombolas (STJ, Justiça Estadual e Justiça Federal)  
Meta 11 – Promover os direitos da criança e do adolescente (STJ, Justiça Estadual, Justiça Federal e Justiça do Trabalho)
Meta 12 - Impulsionar os processos de ações relacionados aos direitos dos idosos.
 
Texto: Mairon Compagnon/Repórter
Fotos: Nucri/TJRR
Nucri/TJRR – Julho/2024
 
 
 

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