.

Selo Excelência 2024Selo de Linguagem Simples

SINFONIA E CIDADANIA – TJRR recebe o 3º Festival Internacional Sesc de Música de Roraima
SINFONIA E CIDADANIA – TJRR recebe o 3º Festival Internacional Sesc de Música de Roraima
Justiça e cultura se encontram em apresentação da Orquestra do Sesc no TJRR
Justiça e cultura se encontram em apresentação da Orquestra do Sesc no TJRR
EXPOSIÇÃO HISTÓRICA NO INTERIOR — Mais de mil alunos participam do projeto Trilhas da Memória no primeiro semestre de 2025
EXPOSIÇÃO HISTÓRICA NO INTERIOR — Mais de mil alunos participam do projeto Trilhas da Memória no primeiro semestre de 2025
Exposição Valoriza a Produção Artística de Pessoas com TEA no Centro de Memória
Exposição Valoriza a Produção Artística de Pessoas com TEA no Centro de Memória
TRILHAS DA MEMÓRIA - Centro de Memória e Cultura leva história do Judiciário de Roraima para escolas do interior
TRILHAS DA MEMÓRIA - Centro de Memória e Cultura leva história do Judiciário de Roraima para escolas do interior
Grupo Cabelos de Prata  visita Centro de Memória e Cultura do TJRR
Grupo Cabelos de Prata visita Centro de Memória e Cultura do TJRR

 

Ação Ordinária de Cobrança (1972)

O senhor Shukhdeo Jagassar Perseud, guianense, entra com uma ação ordinária de cobrança contra Agamenon Nasser Fraxe, cobrando o valor de Cr$ 2.766,00 (dois mil setecentos sessenta e seis cruzeiros). Este último se recusa a pagar tal dívida. Após julgada, a ação é dada como improcedente, de acordo com o juiz, por “falta de cunho razoável”.

Em seguida, após relato de testemunhas sobre as características do carro e, ainda, sobre a personalidade, o próprio autor do processo é condenado a um ano de reclusão.

Tal processo, indica o uso de máquinas de datilografar à época, fato que demonstra uma evolução na produção documental do Judiciário.

Foto: Capa do Processo

Ação Recendial (1927)

O processo é movido por Homero de Sousa Cruz, um fazendeiro de Boa vista, que entre os anos de 1927 e 1930, possuía uma quantidade de gado estimada em maior ou igual a 5 mil rezes, de acordo com os jornais do período. No dia 14 de novembro de 1927, por meio de sua empresa, Homero Cruz & Companhia, realizou um empréstimo em dinheiro, de 400$000 réis (quatrocentos mil réis), para Arthur Cavalcante de Albuquerque.

As duas partes entraram em acordo informal, fora do processo judicial, após o réu pagar uma quantia em dinheiro, e se comprometer a pagar o restante posteriormente. Dessa forma, foi decretado, na justiça, o silêncio perpétuo dos autos de cobrança, findando o processo de forma amigável.

Foto: Capa do Processo

Arrolamento de Bens (1923)

Trata-se do processo referente ao arrolamento de bens de Antonio Francisco da Silva, iniciado após seu falecimento. Com a realização de leilão de seus pertences, Jayme Marques Brasil, filho do Coronel Bento Brasil, descrito nos jornais da época como criador, arrematou todas as cabeças de gado disponíveis.

Foto: Capa do Processo

Arbitramento de Bens (1920)

Nos autos de 1920, o senhor Domingos Francisco da Silva solicitou a arbitragem dos bens de seus falecidos pais, José Francisco da Silva e Maria Mattos da Silva, com a finalidade de sustentar seus irmãos menores de idade. Ele tinha como advogado e procurador Manoel da Costa Gomes.

Foto: Capa do Processo

Alvará Autorizativo (1917)

Trata-se do pedido de alvará autorizativo, feito por Thereza Mesquita, para liquidação de apólices da companhia de seguros A Equitativa (parte da herança de seu falecido marido) e também de autorização judicial para a venda de 220 rezes.

A autora do processo entrou com requerimento para a utilização da herança para custear dívidas de empréstimo e do colégio interno dos filhos na Bahia.

Foto: Capa do Processo

Ação de Petição (1913)

Francisco Ferreira de Carvalho, por meio de seu advogado, Arthur José de Araújo, entra com um processo de cobrança para o pagamento do valor referente à compra de um batelão, efetuada por Lafayette Pinheiro, que alegou que o documento comprobatório do negócio estava rasurado e, portanto, sem validade.
A seguir, o advogado de Francisco Ferreira de Carvalho, comprovou que a rasura foi obra do próprio requerido. Assim, diante dos fatos estabelecidos, o Juiz de Direito Manoel Gomes de Oliveira e Silva condenou o réu, Lafayette Pinheiro, ao pagamento da dívida e dos juros.

Foto: Capa do Processo

Habilitação para Casamento (1911)

A Ação de Habilitação para o Casamento de Bento Barbosa e Felícia Xavier, no município de Boa Vista do Rio Branco, é um procedimento regido pelo Decreto no 181, de 24 de janeiro de 1890, que promulga a lei sobre o Casamento Civil no Brasil. Logo no início da República, há uma separação entre Estado e Igreja, com isso, passam a ser reconhecidos pelo Estado apenas os casamentos civis, dessa forma, as pessoas podiam se casar em suas igrejas, mas de forma simbólica do culto de cada religião.

Foto: Capa Processo

Ação Descendiária (1907)

A ação descendiária era um processo de cobrança, que após julgado procedente, deveria ser pago em dez dias.
Nesse caso, o autor da Ação, Vicente Lauriano Figueira De Mello requer o pagamento de Antonio Borges de Medeiros, esse último, entra com seu advogado, José Magalhães, para embargar tal cobrança.
Como afirma o Procurador José Magalhães, a dívida de um conto de reis não deixou de ser paga por má fé, mas, por ter havido um acordo verbal entre as duas partes. Nesse caso, o réu é condenado a pagar a dívida, afirmando que já pagou, mas por não possuir recibos de tais transações, o juiz dá sentença favorável para o autor do processo.

Foto: Capa Processo

Inventário de Bens (1902)

O presente inventário, de Antonio Nogueira Barreto, do ano de 1902, revela não apenas quais eram os bens que constituíam o patrimônio comum da população da época, mas também relações comerciais com pessoas que conviveram com o inventariado, como por exemplo, Terêncio Antonio de Lima. Portanto, o documento demonstra não apenas como era feita a partilha dos bens para os herdeiros, mas também como o gado era utilizado para pagamento de dívidas, atestando como funcionava uma estrutura econômica de crédito, em torno de uma sociedade pecuarista na Villa de Boa Vista.

Foto: Capa do Processo

Summario Crime (1895)

Em 1895, uma mulher, identificada por índia Lina, é assassinada. O réu, conhecido como Julião Peruano, é acusado pelo Promotor, João Capistrano da Silva Motta, mais conhecido como Coronel Mott, e condenado a 29 anos e 9 meses de prisão pelo então 1º Suplente de Juiz Municipal Bento Ferreira Marques Brasil. Após 3 anos, o acusado é solto, após o júri decidir de forma unânime por sua absolvição. 
O processo descreve ainda os ferimentos da vítima, assim como o relato das  testemunhas que relataram uma relação amorosa entre Lina e um vaqueiro cearense, além do interesse do réu de fugir com a vítima, esta última, porém, se recusa, e denuncia aos seus patrões as intenções de Julião, o que teria causado sua indignação.

Foto: Capa do Processo

 

Prêmio “Memória TJAM”

O Centro de Memória e Cultura do Poder Judiciário (CMC/TJRR) recebeu do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM) o Prêmio “Memória TJAM” edição 2023. O reconhecimento é fruto do trabalho acadêmico-científico realizado pelo historiador Hugo Mendes e a arquivista Kathleane Martins, que em uma visita técnica aos arquivos do Tribunal de Justiça do Amazonas, encontraram processos históricos da época em que Boa Vista do Rio Branco era município do Amazonas. O artigo foi publicado livro eletrônico “Prêmios Eduardo Ribeiro e memória TJAM”.
 
Título: A utilização dos Processos Judiciais do Tribunal de Justiça do Amazonas como fonte de Pesquisa Histórica: O Ensino da História de Roraima para a Educação Escolar a Partir dos Autos Judiciais.
 
Resumo: Em 1933, em uma fazenda, do então Município do Amazonas, de Boa Vista do Rio Branco, um grupo de homens armados participaram do assassinato de três pessoas. No mesmo ano o caso é judicializado, encontrando-se hoje nos arquivos do Tribunal de Justiça do Amazonas. Diversos são os fatos apresentados no processo, servindo a análise do documento de base para que pesquisadores possam traçar uma linha de estudo a partir dos indícios presentes nos autos, colaborando para contar uma parte da História regional a partir de uma fonte primária. Devido a importância do referido documento, é possível que o mesmo seja utilizado, a partir de uma abordagem interdisciplinar, como peça de exposição em unidades de preservação da memória, para que a população possa ter acesso a uma variedade de informações e assim conhecer um pouco mais sobre o contexto da região.

Disponível em: https://www.tjam.jus.br/index.php/portal-da-memoria/cemecjam/publicacoes

Projetos

Projeto Trilhas da Memória

O projeto Trilhas da Memória, iniciado no ano de 2025, consiste em uma exposição itinerante que leva parte do acervo do Centro de Memória e Cultura do Poder Judiciário de Roraima (CMC) às escolas do interior do estado, proporcionando aos alunos uma vivência imersiva na história do Judiciário roraimense.
A iniciativa tem como foco a ampliação do acesso ao acervo do CMC e a promoção da inclusão e democratização cultural e histórica. Através do projeto os estudantes participam de uma apresentação interativa conduzida por um guia, que atua como mediador entre os conteúdos e o público. Essa mediação favorece o debate, a reflexão e o fortalecimento da valorização da memória institucional.

Projeto Viva Memória: A Justiça Contando a História

Iniciado em 2023, o projeto Viva Memória: a Justiça contando a história tem como propósito oferecer ao público estudantil de Roraima a oportunidade de conhecer, de forma educativa e acessível, o acervo histórico do Poder Judiciário por meio de visitas guiadas ao Centro de Memória e Cultura do Tribunal de Justiça de Roraima.
A iniciativa visa aproximar os estudantes da história da Justiça no estado, promovendo a valorização da memória institucional e da cultura regional. Por meio da visitação orientada, os participantes têm acesso a documentos, registros e exposições que retratam a trajetória do Judiciário roraimense e sua relação com o desenvolvimento histórico do Estado.

Coordenador:
Des. Cristóvão Suter

Subcoordenador:
Felipe Queiroz
 
Servidores:
Thiago Adail
Janaína Carvalho
Hugo Mendes
Kathleane Martins
Vitória Leite

Estagiários:
Barbara Ribeiro
Melvin Amorim
Mirelli Santos

Fachada do Centro de Memória   Documentos Históricos   Visual Interno do Centro de Memória

Local destinado à preservação e divulgação da História do Judiciário Roraimense. Cada espaço foi pensado para demonstrar ao visitante uma história estruturada, que conversa entre si. Em seu ambiente as paredes funcionam como um guia, pois nelas encontram-se setas que direcionam o indivíduo e permite que as informações se completem.
 

1. Linha do Tempo


Pontos marcantes da trajetória do Poder Judiciário de Roraima, desde sua instalação até os dias atuais, são apresentados. Há também um totem interativo com os conteúdos detalhados de cada item da Linha do Tempo, inclusive com o acesso do visitante à Ata de Instalação do TJRR, documento que marca o início da justiça Estadual.

2. História do Judiciário

Aqui é contada a história que antecede a instalação do Tribunal de Justiça de Roraima, mostrando de que forma a Justiça foi realizada, desde o Brasil colônia até a instituição da República.
São ressaltados os principais acontecimentos e a criação das instituições judiciárias de cada época na região de Roraima.

3. Expansão do Judiciário

Com a instalação do TJRR, passaram a ser criadas as Comarcas. Assim, o Poder Judiciário começa a se expandir para atender a população dos municípios do interior do Estado, garantindo acessibilidade e celeridade à prestação jurisdicional.

4. Justiça e Sociedade

O TJRR, ao longo dos seus 34 anos, além da prestação jurisdicional, desenvolve ações voltadas para contribuir de outras formas para a sociedade, a partir de iniciativas de sustentabilidade, educação e de solidariedade, entre outras.

O espaço ganhou uma tela interativa de gamificação, que torna a experiência do visitante ainda mais dinâmica, educativa e acessível.

5. Galeria dos Presidentes

O visitante conhecerá a biografia dos presidentes do Tribunal de Justiça de Roraima desde sua instalação e terá acesso a informações referentes aos símbolos da instituição.
É exibida uma entrevista inédita com o primeiro presidente do TJRR, Desembargador Robério Nunes, na qual o magistrado conta os fatos interessantes de sua trajetória profissional e da implantação da Justiça local.

6. Exposição Temporária

Este espaço agrega ao CMC exposições temáticas do eixo artístico e cultural. É um lugar disponibilizado para artistas e entidades, com a finalidade de proporcionar a exibição de seus acervos. Atualmente, a exposição em cartaz é “Arte e Espectro – Retratos de Artistas Autistas”, assinada pelo artista plástico Leandro Brito.

A mostra reúne retratos de artistas no espectro autista que atuam nas artes cênicas, música e artes visuais, evidenciando a força e a criatividade por meio da arte.

 

  • SEMANA

Ícone WhastsApp Ícone Flickr TJRR Ícone Instagram TJRR  Ícone Facebook TJRR Ícone Linkedin TJRR Ícone Spotify TJRR Ícone TikTok TJRR Ícone Youtube TJRR

Palácio da Justiça - Desembargador Robério Nunes dos Anjos

Endereço: Praça do Centro Cívico, 296 - Centro - 69.301-380

Telefones:

3198-2800 - Palácio da Justiça
3198-4700 - Fórum Cível
3194-2699 - Fórum Criminal
3198-4900 - Prédio Administrativo
3621-5100 - Vara da Infância e Juventude
4009-5800 - Fórum da Cidadania

Logomarca do Tribunal de Justiça de Roraima

PLANTÕES DE ATENDIMENTO - SÁBADO, DOMINGOS E FERIADOS

Plantão Judicial 1ª Instância: ☎ (95) 98404 3085
Plantão Judicial 2ª Instância: ☎ (95) 98404 3123
Núcleo de Plantão Judicial e Audiência de Custódia: ☎ (95) 98404 3085
Plantão Vara da Justiça Itinerante: ☎ (95) 98404 3086

 

Ícone Mapa do Site     Banner Radar da Transparência Pública

 

.
Acessibilidade Visual
Contraste
Aumentar Fonte
Diminuir Fonte