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NOVEMBRO/2025 - NUCRI/TJRR

“Para nós é muito importante porque o Programa Pena Justa vem para resolver um problema crônico do Estado brasileiro no sistema penitenciário. Nós falamos sobre isso e foi muito interessante porque estamos dialogando com os futuros profissionais do Direito”, afirmou Almiro Padilha ao comentar a troca de experiências durante o encontro.

“O desembargador falou sobre o Plano Pena Justa e o sistema carcerário em Roraima, abordou o trabalho do GMF, sua estrutura, sua história e sua forma de atuação. Certamente esse conhecimento mais específico sobre o funcionamento institucional enriquece bastante a experiência dos nossos discentes e convidados”, destacou.

“Envolve esse debate interinstitucional e promove uma aproximação com os estudantes de Direito. Então, na minha visão, é um evento extremamente necessário”.

“A gente procura trazer profissionais, tanto do Ministério Público como do Tribunal de Justiça, assim como da defesa — um advogado, um defensor público — para tratar de casos concretos e falar um pouquinho da realidade do que acontece no Tribunal. O evento foi maravilhoso”.
“É importante esse evento porque ele coloca a realidade mais próxima do acadêmico jurídico e da experiência prática”.



“O projeto busca que os indígenas aprendam como o Judiciário, como também o Judiciário aprenda com eles, sobre a cultura, costumes e toda a comunidade.”
“O projeto, justamente isso, é tornar público aquilo que já vem sendo feito nos bastidores. O objetivo do nosso final é discutir fluxos e encaminhamentos, como por exemplo, de uma criança que passou por uma violação de direito: quem procurar, como procurar, para qual instituição direcionar e, caso chegue no Judiciário, que as comunidades compreendam qual é aquele processo.”

“É uma iniciativa do Poder Judiciário que vai fortalecer a nossa cultura, os povos originários, sem a gente fugir do que é de direito da Justiça, mas tendo esse olhar, um olhar diferenciado, respeitando a cultura, respeitando as tradições, respeitando as crenças.”
“O lançamento desse projeto representa um marco institucional muito importante, porque ele materializa as diretrizes estabelecidas na Resolução do Conselho Nacional de Justiça, que garante que as especificidades culturais e sociais dos povos indígenas sejam consideradas em todas as decisões. Então essa é uma iniciativa muito importante e que com certeza trará bons resultados, porque tem a missão de garantir a escuta ativa e qualificada dos povos indígenas e das comunidades.”
Palácio da Justiça - Desembargador Robério Nunes dos Anjos
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