.

Selo Excelência 2025Selo de Linguagem Simples

Imprensa

Card em fundo claro com o título “Boletim Semanal” ao centro. Na parte superior está o logotipo do Poder Judiciário de Roraima. Abaixo, há uma montagem de fotos de prédios do Palácio da Justiça, Sede Administrativa, Fórum Cível, Fórum Criminal, Fórum da Cidadania e das Comarca de Bonfim, Mucajaí, Rorainópolis, Pacaraima, São Luíz, Caracaraí.

 
 Card em fundo claro com o título “Boletim Semanal” ao centro. Na parte superior está o logotipo do Poder Judiciário de Roraima. Abaixo, há uma montagem de fotos de prédios do Palácio da Justiça, Sede Administrativa, Fórum Cível, Fórum Criminal, Fórum da Cidadania e das Comarca de Bonfim, Mucajaí, Rorainópolis, Pacaraima, São Luíz, Caracaraí.
 
Com o objetivo de reunir, em um único espaço, os principais destaques da semana, o Núcleo de Comunicação e Relações Institucionais do Tribunal de Justiça de Roraima (Nucri/TJRR) disponibiliza o Boletim Semanal, uma publicação que facilita o acesso às informações institucionais.
 
O Boletim reúne todas as matérias e conteúdos multimídia produzidos ao longo da semana, de forma prática e interativa. Cada item é clicável e direciona o leitor diretamente para o conteúdo completo. Além disso, cada publicação é acompanhada por imagens, títulos e resumos, oferecendo uma prévia do material disponível.
 
Apoiar o compromisso do TJRR com a transparência e a comunicação acessível, garantindo que magistrados e servidores, acompanhem de forma ágil e organizada as principais ações e projetos do Judiciário roraimense. O material é enviado, semanalmente, no grupo de WhatsApp: Zapjus, e no e-mail institucional de magistrados e servidores.
 
Acesse ao material da semana: Clique aqui.
 

 
A matéria possui uma imagem. A seguir a descrição:
Foto 1: Card em fundo claro com o título “Boletim Semanal” ao centro. Na parte superior está o logotipo do Poder Judiciário de Roraima. Abaixo, há uma montagem de fotos de prédios do Palácio da Justiça, Sede Administrativa, Fórum Cível, Fórum Criminal, Fórum da Cidadania e das Comarca de Bonfim, Mucajaí, Rorainópolis, Pacaraima, São Luíz, Caracaraí.
 

 
Texto: NUCRI/TJRR
Fotos: NUCRI/TJRR
OUTUBRO/2025 – NUCRI/TJRR

 

Imagem colorida e em close-up mostra uma criança, vestida com uma camiseta laranja, recebendo um presente embrulhado em papel metalizado rosa e prateado das mãos de uma pessoa. Mais ao fundo, outras pessoas e partes de embrulhos azuis também são visíveis.

 

Imagem colorida e em close-up mostra uma criança, vestida com uma camiseta laranja, recebendo um presente embrulhado em papel metalizado rosa e prateado das mãos de uma pessoa. Mais ao fundo, outras pessoas e partes de embrulhos azuis também são visíveis.

 

As manhãs dos dias 13 e 14 foram marcadas por muita cor, música e alegria no Abrigo Infantil Condomínio Pedra Pintada, e no Abrigo Infantil Viva Criança.
 
O espaços receberam a visita da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável e a Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR), que promoveram uma programação especial em celebração ao Dia das Crianças.
 
A ação, idealizada e executada pelo TJRR, por meio de suas Comissões, contou com a presença de personagens infantis, apresentação de balé, momentos de dança, brincadeiras e a entrega de presentes arrecadados durante a campanha solidária realizada em setembro.
 
A iniciativa foi desenvolvida em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR), reforçando o compromisso conjunto com a responsabilidade social e o bem-estar das crianças atendidas.
 
A desembargadora Elaine Bianchi, Presidente da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável, acompanhou a atividade e destacou a importância do engajamento do Poder Judiciário em ações sociais.
 
“O Tribunal de Justiça, por meio da comissão que cuida do Plano de Logística Sustentável, vem ao Abrigo Pedra Pintada para fazer essa interação com as crianças, em comemoração ao Dia das Crianças, mas principalmente pelo envolvimento daqueles que fizeram as doações dos brinquedos, para mostrar solidariedade e responsabilidade social. O Poder Judiciário deve atuar em todas as frentes, e essa é uma das nossas responsabilidades”, afirmou.
 
A chefe do Setor de Sustentabilidade e Responsabilidade Social (SSRS) Paloma Cruz, reforçou a importância da realização de ações como essas para as crianças.
 
“Trouxemos várias apresentações, momentos de diversão e realizamos a entrega dos presentes doados pelo Tribunal de Justiça e também pelo Tribunal Regional Eleitoral. As crianças ficaram super felizes, e isso reforça o nosso compromisso com a responsabilidade social do TJRR”, destacou.

 
A matéria possui uma imagem. A seguir a descrição:
 
Foto: Imagem colorida e em close-up mostra uma criança, vestida com uma camiseta laranja, recebendo um presente embrulhado em papel metalizado rosa e prateado das mãos de uma pessoa. Mais ao fundo, outras pessoas e partes de embrulhos azuis também são visíveis.
 

 
Texto: Tarsira Rodrigues - Jornalista / Juliana Soares - Estagiária de Jornalismo
Imagens: NUCRI/TJRR
OUTUBRO/2025 – NUCRI/TJRR
 
Uma fotografia aérea de alto ângulo mostra um grupo de canoas longas e estreitas atracadas na margem de um rio de águas escuras (pretas ou de cor chá). A margem é uma faixa de terra bege clara ou areia, que se encontra com uma área densa de floresta tropical verde escura.

 
Parceria entre a Corregedoria-Geral de Justiça do TJRR e a Marinha do Brasil promove autonomia, segurança e cidadania aos povos indígenas do eixo fluvial do rio Curiaú
 
“É importante ter o conhecimento que o pessoal trouxe da Marinha do Brasil, para nós [referência aos indígenas] ter habilitação, para ter o futuro para o nosso povo, para reconhecer o que é a legislação marítima. Sem isso, a gente não avança para o futuro do povo Waimiri-Atroari”, afirma Tuwadja Vanilson Waimiri, jovem indígena e aluno do curso de Marinheiro Auxiliar Fluvial Amador (MAF).
Entrevista com Tuwadja Vanilson Waimiri, jovem indígena e aluno do curso de Marinheiro Auxiliar Fluvial Amador (MAF)  
 
Com voz firme e olhar de quem sonha com um futuro melhor para sua comunidade, ele resume o sentimento de conquista que marcou a formatura da primeira turma, realizada em 9 de outubro, na Terra Indígena Waimiri-Atroari, às margens do rio Curiaú.
 
Entre os dias 9 e 26 de setembro, a comunidade recebeu, pela primeira vez, um curso ministrado dentro do próprio território, conduzido por representantes da Capitania dos Portos da Amazônia Ocidental, em parceria com a Corregedoria-Geral de Justiça do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR).
 
A ação nasceu de uma solicitação feita pela própria comunidade, com o objetivo de ampliar a segurança nas navegações, aprimorar o conhecimento técnico e estimular a autonomia dos povos do rio.
 
O curso é resultado de um processo que começou há décadas. A presença do Tribunal de Justiça de Roraima junto ao povo Waimiri-Atroari é fruto de uma política de aproximação baseada no diálogo e na confiança mútua.
 
"O povo Waimiri-Atroari é uma comunidade indígena tradicional, muito orgulhosa de sua história, e que vive nessa região há séculos, talvez milênios. (...) Na época da abertura da estrada Boa Vista–Manaus, houve conflito, doenças e perda de vidas. De cerca de 3 mil pessoas, sobreviveram apenas 374. Hoje já estão chegando novamente a 3 mil. Era uma população que tinha muito medo de contato com entes públicos, e graças à ação da Justiça de Roraima essa barreira foi sendo quebrada”, destacou o desembargador Erick Linhares, corregedor-geral de Justiça do TJRR.
 
Ainda segundo o magistrado, o Tribunal atua como articulador de ações conjuntas entre diferentes instituições, tornando-se uma ponte entre o Estado e as comunidades indígenas.
 
Em uma cerimônia realizada em uma comunitária indígena, um homem recebe seu certificado das mãos de autoridades e representantes do projeto, enquanto outros integrantes da comunidade observam e aplaudem ao fundo.
Recebimento individual de certificado

 

História de parceria e confiança

 

A aproximação institucional com os Waimiri-Atroari começou em 2017, após diálogo com a Funai e lideranças locais. O primeiro atendimento levou serviços básicos de documentação e cidadania — e o sucesso da iniciativa resultou em uma rede de cooperação que envolveu a Defensoria Pública do Estado de Roraima, Ministério Público de Roraima, Receita Federal,  Secretaria de Segurança Pública, Instituto de Identificação Odílio Cruz e o Cartório de Rorainópolis.

 

Como desdobramento, em agosto de 2021, o TJRR inaugurou o Posto Avançado de Atendimento Judicial no Núcleo de Apoio Waimiri-Atroari (Nawa), localizado na BR-174, entre Rorainópolis (RR) e o Amazonas.

 
“As pessoas mais simples muitas vezes têm pouco contato com o sistema de Justiça e, em geral, o conhecem apenas por meio da Justiça Criminal. O que buscamos mostrar é esse outro lado da Justiça — o da garantia de direitos, que é muito presente no nosso Tribunal. A Justiça de Roraima tem o compromisso de alcançar todas as pessoas, especialmente aquelas que mais precisam, levando cidadania e acesso à Justiça até onde está a comunidade”, ressaltou o desembargador Erick Linhares.
Entrevista com o desembargador do TJRR,  Erick Linhares  

 

Tradição, conhecimento e segurança nas águas

 
O rio é mais do que um caminho para o povo Waimiri-Atroari — é parte da própria vida. O desembargador Erick Linhares explicou que o indígena “nasce praticamente na água, no rio, aprende a nadar antes de falar papai e mamãe”. Segundo ele, o Tribunal entrou em contato com a Marinha, apresentou a realidade dos kinjás (indígenas) , e a instituição teve sensibilidade para realizar o curso ali mesmo, junto com o povo, respeitando seu modo de vida e seus costumes.
 
O capitão de Mar e Guerra André Carvalhaes falou sobre a riqueza da troca de saberes.
 
 “Os indígenas nasceram sabendo navegar. O primeiro brinquedo deles é a canoa. Então o que a Marinha vem ensinar é a segurança, as regras que eles vão encontrar navegando mais longe. É um movimento em que a gente tem muito a aprender, mas também algo a ensinar.
 
Uma fotografia aérea de alto ângulo mostra um grupo de canoas longas e estreitas atracadas na margem de um rio de águas escuras (pretas ou de cor chá). A margem é uma faixa de terra bege clara ou areia, que se encontra com uma área densa de floresta tropical verde escura.
Fotografia aérea das canoas atracadas na margem de um rio Curiaú
 
A defensora pública Elceni Diogo também enfatizou o valor da parceria
 

“A comunidade Waimiri-Atroari, especialmente os residentes no eixo do rio, têm uma relação de dependência muito grande com as embarcações. Esse trabalho feito com a Marinha, por meio do Tribunal de Justiça, resolve um grande problema que, sem essas parcerias, eles provavelmente não conseguiriam enfrentar."
 Entrevista com defensora pública Elceni Diogo  

 

Orgulho e emoção: o legado do aprendizado

 

Durante a cerimônia, o líder indígena Kabaha Paulo Waimiri não conteve a emoção ao ver os jovens se formando.

 

“O pessoal jovem que aprendeu com vocês [os não indígenas], com esse curso, o conhecimento que vocês passaram, isso eu gostei muito. Eles entenderam o curso, aprenderam, e eu fiquei muito emocionado também.”

 

O capitão André Carvalhaes destacou a importância da união entre todos.

 

“Na Amazônia, assim como em qualquer lugar do mundo, ninguém consegue fazer a diferença sozinho.”

 

Participantes indígenas e autoridades estão perfilados em frente a uma mesa, durante a abertura de um curso de Marinha Fluvial na Nação Indígena Waimiri-Atroari. Um telão ao fundo exibe o nome do curso e da comunidade.
 Solenidade durante a entrega da carteira de Marinheiro Fluvial Amador na Nação Waimiri-Atroari

 

Joanico Waimiri, coordenador de educação da comunidade, resumiu o sentimento coletivo.
 
“O Tribunal de Justiça é quem traz oportunidades, quem permite que a gente tenha mais acesso e consiga alcançar o que buscamos. Essa parceria com a Marinha do Brasil e com a Associação Waimiri-Atroari é um ponto de referência importante para o nosso povo.”
 
O curso de Marinheiro Amador Fluvial representa o resultado concreto de um trabalho contínuo da Corregedoria-Geral de Justiça do TJRR, em parceria com instituições públicas e comunidades tradicionais. É a prova de que a Justiça pode — e deve — navegar até onde as pessoas estão, respeitando suas culturas e valorizando seus saberes.
 
Nas águas do rio Curiaú. o aprendizado vai além da técnica: ele é símbolo de cidadania, autonomia e esperança.
 
Hoje, cada embarcação que parte das margens da terra Waimiri-Atroari leva não só seus tripulantes, mas também o reflexo de um Judiciário que acredita em inclusão, diálogo e transformação social.
 
Uma fotografia em close-up registra um momento de atendimento dentro de uma estrutura circular  A luz quente ilumina o interior.  Quatro pessoas estão focadas em documentos em uma mesa. No centro, um oficial da Marinha do Brasil está inclinado para frente, apontando e explicando algo em uma pilha de papéis a um homem sentado, que veste uma camiseta cinza escura e está de costas para o observador. Uma fotografia em plano médio captura um homem indígena no centro, em primeiro plano, segurando documentos de identificação. Ele veste uma camiseta azul de gola redonda. Em suas mãos, ele exibe um certificado branco e verde
Capitão da Marinha dialogando com jovem Waimiri-Atroari Jovem do curso de Marinheiro Auxiliar Fluvial Amador
 
 
Documentário: Navegar é um Direito - Justiça Roraimense e Povo Wamiri-Atroari
 

 
A matéria contém um material multimídia. Abaixo a descrição:
 
Item 1: vídeo da entrevista com Tuwadja Vanilson Waimiri, jovem indígena e aluno do curso de Marinheiro Auxiliar Fluvial Amador (MAF)
Item 2: Em uma cerimônia realizada em uma comunitária indígena, um homem recebe seu certificado das mãos de autoridades e representantes do projeto, enquanto outros integrantes da comunidade observam e aplaudem ao fundo.
Item 3: vídeo da entrevista com a desembargador do TJRR, Erick Linhares
Item 4: Uma fotografia aérea de alto ângulo mostra um grupo de canoas longas e estreitas atracadas na margem de um rio de águas escuras (pretas ou de cor chá). A margem é uma faixa de terra bege clara ou areia, que se encontra com uma área densa de floresta tropical verde escura.
Item 5: Participantes indígenas e autoridades estão perfilados em frente a uma mesa, durante a abertura de um curso de Marinha Fluvial na Nação Indígena Waimiri-Atroari. Um telão ao fundo exibe o nome do curso e da comunidade.
Item 6: Uma fotografia em close-up registra um momento de atendimento dentro de uma estrutura circular A luz quente ilumina o interior. Quatro pessoas estão focadas em documentos em uma mesa. No centro, um oficial da Marinha do Brasil está inclinado para frente, apontando e explicando algo em uma pilha de papéis a um homem sentado, que veste uma camiseta cinza escura e está de costas para o observador.
Item 7: Uma fotografia em plano médio captura um homem indígena no centro, em primeiro plano, segurando documentos de identificação. Ele veste uma camiseta azul de gola redonda. Em suas mãos, ele exibe um certificado branco e verde
 

 
Texto: Eduardo Haleks - Jornalista
Fotos: Nucri/TJRR

OUTUBRO/2025 - NUCRI/TJRR
 
 imagem colorida da fachada predial do Centro de Memória e Cultura.

 

A inauguração da exposição temporária “Identidade e Cultura: Roraima e suas Singularidades”, ocorre nesta sexta-feira, 17.

 

imagem colorida da fachada predial do CMC

 

Com o compromisso de valorizar a arte local e fortalecer o patrimônio cultural do Estado, o Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR), por meio do Centro de Memória e Cultura (CMC), inaugura nesta sexta-feira, 17 de outubro, às 16h, a exposição temporária “Identidade e Cultura: Roraima e suas Singularidades”, da artista plástica Alícia Bianca. O evento será realizado na sede do CMC.

 

A exposição reúne obras que retratam a pluralidade cultural, as belezas naturais e as raízes do povo de Roraima, buscando despertar o olhar sensível para a identidade regional. O objetivo é incentivar o diálogo entre arte, sociedade e Justiça, promovendo a reflexão sobre pertencimento e diversidade cultural no Estado.

 

De acordo com o Coordenador do CMC/TJRR, Desembargador Cristóvão Suter, a iniciativa destaca o papel do Judiciário como agente de fomento à cultura e valorização da memória coletiva.

 

“O CMC tem cumprido esse papel ao abrir suas portas a artistas, pesquisadores, estudantes e visitantes de todas as idades, aproximando a Justiça das pessoas por meio da preservação da memória e da difusão cultural.”, afirmou.

 

A artista plástica Alícia Bianca destacou a importância de o CMC abrir suas portas para manifestações artísticas regionais.

 

É uma honra expor em um ambiente que contém um valoroso registro do contexto histórico e da identidade de Roraima. Expor no Centro de Memória do TJRR é um privilégio, pois permite que a minha arte dialogue diretamente com essa rica trajetória e contribua para a preservação da memória institucional e regional, ressaltou.

 

A exposição permanecerá aberta à visitação até o início de 2026 e integra o calendário cultural do Centro de Memória e Cultura do Poder Judiciário de Roraima. A iniciativa é uma realização conjunta do CMC e do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR), sob a curadoria de Josenilda Fernandes.

Programação

 

Dia: 17 de outubro
Horário: 16h
Local: Centro de Memória e Cultura do Poder Judiciário de Roraima – CMC/TJRR, localizado na avenida Ville Roy, bairro São Pedro, em Boa Vista, ao lado da sede da Femarh.

 


 

Na matéria contém uma imagem. Abaixo o texto:

Foto 1: imagem colorida da fachada predial do Centro de Memória e Cultura.

 


 

Texto: Eduardo Haleks - Jornalista
Foto: NUCRI/TJRR
OUTUBRO/2025 - NUCRI/TJRR

 

A imagem divulga o programa “Na Voz da Justiça”, do Poder Judiciário de Roraima. Em destaque, estão os locutores Eduardo Haleks e Juliana Soares, ambos diante de microfones de estúdio. O fundo é azul escuro com elementos que remetem a ondas sonoras. O título aparece centralizado, com a data "01/10/2025" no canto inferior esquerdo. Ícones de acessibilidade e legendas também estão presentes.

 

 
Está no ar a nova edição do programa Na Voz da Justiça, o programa de Rádio do Tribunal de Justiça de Roraima, um canal direto com a população. Com linguagem acessível e formato leve, a produção vai ao ar semanalmente, trazendo as principais notícias, decisões, iniciativas e histórias que fazem parte do cotidiano do Judiciário roraimense.
 
A proposta do programa é simples e direta: informar com clareza e aproximar ainda mais a Justiça da vida das pessoas.
 
Confira os destaques da edição desta semana:


⁠- Projeto de acesso à Justiça para meninas e mulheres chega à Terra Indígena Raposa Serra do Sol⁠
⁠- REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA - Poder Judiciário de Roraima avança para garantir título de propriedade a mais de 800 famílias em Boa Vista⁠
⁠- DIA DAS CRIANÇAS - Jovens empreendedores movimentam o Fórum Criminal na 2ª edição da Feirinha de Artesanato Kids⁠
- Círculo Dialógico promove reflexão sobre saúde emocional e apoio entre mulheres do Judiciário⁠
⁠- Intimajus e Investidor Anjo levam o TJRR à final do Prêmio de Inovação⁠

 
Acompanhe e fique por dentro: porque Justiça se faz com voz, com presença e com você!
 
Acesse: Spotify
Acesso: YouTube
 
Ficha Técnica:
 
Apresentação: Mairon Compagnon e Maurício Fernandes
Edição: Giovanni Reis
Revisão: Tarsira Rodrigues
 

 
A matéria possui uma imagem. Abaixo a descrição:
Foto 1: A imagem divulga o programa “Na Voz da Justiça”, do Poder Judiciário de Roraima. Em destaque, estão os locutores Mairon Compagnon e Maurício Fernandes, ambos diante de microfones de estúdio. O fundo é azul escuro com elementos que remetem a ondas sonoras. O título aparece centralizado, com a data "08/10/2025" no canto inferior esquerdo. Ícones de acessibilidade e legendas também estão presentes.
 

 
Texto: NUCRI/TJRR
Fotos: NUCRI/TJRR
OUTUBRO/2025 - NUCRI/TJRR
 

Subcategorias

Ícone WhastsApp Ícone Flickr TJRR Ícone Instagram TJRR  Ícone Facebook TJRR Ícone Linkedin TJRR Ícone Spotify TJRR Ícone TikTok TJRR Ícone Youtube TJRR

Palácio da Justiça - Desembargador Robério Nunes dos Anjos

Endereço: Praça do Centro Cívico, 296 - Centro - 69.301-380

Telefones:

3198-2800 - Palácio da Justiça
3198-4700 - Fórum Cível
3194-2699 - Fórum Criminal
3198-4900 - Prédio Administrativo
3621-5100 - Vara da Infância e Juventude
4009-5800 - Fórum da Cidadania

Logomarca do Tribunal de Justiça de Roraima

PLANTÕES DE ATENDIMENTO - SÁBADO, DOMINGOS E FERIADOS

Plantão Judicial 1ª Instância: ☎ (95) 98404 3085
Plantão Judicial 2ª Instância: ☎ (95) 98404 3123
Núcleo de Plantão Judicial e Audiência de Custódia: ☎ (95) 98404 3085
Plantão Vara da Justiça Itinerante: ☎ (95) 98404 3086

 

Ícone Mapa do Site     Banner Radar da Transparência Pública

.