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Atividades das Varas Criminais são monitoradas pela Corregedoria de Justiça para garantia de produtividade

 
 
Foto: Divulgação
Desembargador  Almiro Padilha, conduzindo videoconferência.
Encontros por meio de videoconferências têm sido realizados para alinhar ações e traçar estratégias de trabalhos
 
 
 
Como forma de aprimorar e monitorar os níveis de produtividade neste momento de crise mundial de saúde, provocada pelo Coronavírus (Covid-19), a Corregedoria-Geral de Justiça do TJRR (Tribunal de Justiça de Roraima) tem realizado encontros por meio de videoconferência com as unidades judiciais.
 
Nesta segunda-feira, dia 6, o corregedor-geral, desembargador Almiro Padilha, reuniu-se, em videoconferência, com o coordenador das Varas Criminais do Poder Judiciário de Roraima, o juiz Rodrigo Furlan, e servidores que atuam diretamente nessas Varas, com a proposta de analisar as atuações antes e depois das medidas de segurança em saúde tomadas no judiciário em prevenção ao Coronavírus.
 
“Foi realizado um balanço das atividades durante esses 15 dias. A Corregedoria está monitorando as atividades das unidades. Durante as discussões, foi apresentado um quadro comparativo das ações gerais a respeito da quantidade de sentenças, decisões, despachos e audiências realizados neste período”, destacou o corregedor-geral.
 
Da reunião também surgiram sugestões para que o trabalho tenha maior fluidez, como focar nas sentenças daqueles processos que estão em andamento, dialogar ainda mais com o MPRR (Ministério Público de Roraima) para que sejam viabilizados acordos, nos processos em que isso seja possível, uma vez que nas Varas Criminais os acordos não são comuns, porém podem ocorrer. 
Tela de computador em que aparecem megistrados e servidores em videoconferência.
 
O juiz auxiliar da Corregedoria, Breno Coutinho, também participou da videoconferência e garantiu que mesmo a distância todo o trabalho tem sido feito de maneira célere. “Há uma preocupação com o tempo do processo. Por isso, na reunião ocorreu a proposta de que fossem estabelecidos, tanto nos cartórios quanto nos gabinetes, prazos mais curtos para despachar, proferir decisões e para a prática de sentenças; e assim, para que também não fique paralisado no cartório”, destacou.
 
Para o coordenador das atividades das Varas Criminais, o juiz Rodrigo Furlan, esse tipo de acompanhamento é necessário para garantir o alcance de resultados. “Trata-se de reuniões que  geram bons frutos, pois pudemos discutir estratégias para manter a produtividade durante o período do novo Coronavírus, visando assim assegurar o andamento da prestação jurisdicional à população e o alcance de metas estabelecidas anualmente pelo CNJ e pelo próprio TJRR”, observou.