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CGJ divulga dados estatísticos sobre o cumprimento da Meta 1 do CNJ

 

 

A Diretoria de Gestão de 1º Grau da Corregedoria Geral de Justiça (CGJ) vem desenvolvendo estudos minuciosos acerca da produtividade dos magistrados e acompanhamento do cumprimento da Meta 1 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que determina o julgamento de uma quantidade maior de processos em fase inicial de tramitação do que os distribuídos no ano corrente.

 

Os recentes levantamentos revelaram que 37% das 27 unidades judiciais analisadas da Comarca de Boa Vista estão cumprindo a referida Meta. São elas: 1ª e 2ª Vara Criminal do Tribunal do Júri e da Justiça Militar, 3ª Vara Criminal, 1º, 2º e 3º Juizados Especiais Cíveis, 1ª, 2ª, 3ª e 4ª Varas Cíveis, essas, por força da Resolução Nº 26/2016, pararam de receber processos no período de outubro de 2016 a abril de 2017, em razão da criação das 5ª e 6ª Varas Cíveis.

 

Os estudos apontaram ainda que 46% das unidades estão em situação favorável para atingir a meta, pois já julgaram 60% dos processos distribuídos em 2017: 1ª e 2ª Vara da Família, 5ª Vara Cível, 1ª e 2ª Varas Criminais, Vara de Entorpecentes e Organizações Criminosas, Vara de Crimes contra Vulneráveis, 1ª Vara da Infância e da Juventude, 1º Juizado da Violência Doméstica, Vara da Justiça Itinerante, Juizado Especial da Fazenda Pública e Juizado Especial Criminal.

 

As demais unidades judiciais, ou seja, a 1ª e 2ª Vara da Fazenda Pública, Turma Recursal e 6ª Vara Cível, apresentam desempenho abaixo do esperado para cumprir a Meta 1, pois julgaram, até o momento, menos de 60% dos processos.

 

De acordo com o diretor da DG1, Adilson Neves, algumas unidades se destacam pela excelência na produtividade e outras devem ficar atentas quanto ao cumprimento das Metas estabelecidas pelo CNJ. “A DG1 tem inovado em seus estudos, pois contamos com o setor de estatística e de análise de dados que vem produzindo relatórios minuciosos, inclusive com interpretação dos números, para informar e orientar aos magistrados quanto o seu desempenho”, explicou.

 

Para o corregedor geral de justiça, desembargador Mauro Campello, os estudos são imprescindíveis para nortear a gestão no acompanhamento das Metas. “Os dados apresentados mostram quais as unidades judiciais que já alcançaram a meta, quais estão a caminho e quais encontram-se no ponto crítico. Assim, a Corregedoria vem cumprindo o seu papel e novos esforços serão promovidos para aprimorar e inovar cada vez mais o nosso trabalho e, além do mais, quem ganha com essa ação é a sociedade por poder contar com uma justiça mais ágil e eficaz”, ressaltou o corregedor.

 

 

Informações: Assessoria Especial CGJ

 

 

Boa Vista, 31 de maio de 2017

 

Núcleo de Relações Institucionais

Escritório de Comunicação