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74° Encoge é realizado em Porto Alegre

 

 

 

A inovação na atividade correcional foi o tema central do 74º Encontro do Colégio dos Corregedores Gerais dos Tribunais de Justiça (ENCOGE), ocorrido nos dias 27 e 28 de abril, no Plenário Ministro Pedro Soares Muñoz, em Porto Alegre - RS. O juiz auxiliar da Corregedoria Geral de Justiça do TJRR, Rodrigo Furlan, o assessor jurídico, Robervando Magalhães, o chefe do setor extrajudicial, Vivaldo Araújo e a assessora especial, Patrícia Pinheiro, participaram do evento.

 

Além de fomentar o debate acerca de temas atuais e de projetar ações criativas e de modernização, o ENCOGE visou promover o intercâmbio de ideias, contribuindo para a prestação mais uniforme dos serviços Judiciários em todo o Brasil e a melhoria da qualidade da prestação jurisdicional. Às Corregedorias cabe a fiscalização, disciplina e orientação do 1° grau de jurisdição, instância que abriga o maior volume de processos em tramitação e de recursos humanos.

 

A Corregedora-Geral da Justiça do Rio Grande do Sul, Desembargadora Iris Helena Medeiros Nogueira, deu as boas-vindas aos participantes. Destacou que o encontro foi uma oportunidade de estreitamento das relações e de atualização de procedimentos. “Os desafios do Poder Judiciário exigem das Corregedorias a capacidade de projetar ações, aliando criatividade e inovação. O avanço tecnológico, ao mesmo tempo em que propicia a modernização administrativa, evidencia novas questões a serem enfrentadas pelas Corregedorias, a recomendar que eventos como o ENCOGE desenvolvam uma reflexão conjunta e também a adoção de medidas similares pelos Tribunais de Justiça”, afirmou a Corregedora.

 

A palestra de abertura do 74º ENCOGE foi ministrada pelo Corregedor Nacional da Justiça, ministro João Otávio de Noronha. Na conversa, ele falou sobre a importância cada vez maior da aproximação do magistrado com as comunidades jurisdicionadas e do uso de ferramentas de gestão e tecnológicas para fazer frente ao grande volume de processos que se agigantam na Justiça Estadual brasileira. “Não basta o Juiz conhecer o direito; tem que saber administrar, ser gestor e se preocupar, sobretudo, em produzir. O que precisamos é de juízes presentes e envolvidos na Comarca. Que estejam ali todos os dias, decidindo e resolvendo questões desde as mais simples às mais complexas, com celeridade”, disse.

 

No período da tarde, o primeiro painel tratou sobre Precedentes e Incidentes de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR) no Novo Código de Processo Civil e Apresentação do Projeto de Gestão e Racionalização de Ações em Massa (PROGRAM). O segundo painel abordou as Tendências na Área de Tecnologia e Ferramentas de Gestão da Corregedoria-Geral da Justiça do RS.

 

Os limites éticos do uso das redes sociais pelos magistrados” foi o tema do primeiro painel apresentando durante o segundo dia do 74º Encontro do Colégio dos Corregedores Gerais dos Tribunais de Justiça, realizado em Porto Alegre – RS. O tema foi exposto pelos desembargadores do TJRS, Eugênio Fachini Neto e Túlio de Oliveira Martins, que falaram sobre os riscos de exposição dos magistrados e a responsabilidade necessária quanto ao uso das redes sociais.

 

Para o juiz corregedor do TJRR, Rodrigo Furlan, o encontro foi uma oportunidade ímpar para troca de ideias. "É muito importante a participação da CGJ para conhecer os projetos da Corregedoria do Rio Grande do Sul e poder levar as melhores propostas para Roraima, melhorando assim os serviços a serem implementados a favor do cidadão" disse.

 

 

Fonte: Assessoria Especial - CGJ

 

 

Boa Vista, 02 de maio de 2017

Núcleo de Relações Institucionais – NURI

Escritório de Comunicação